As eleições deste ano custaram R$ 490 milhões, o que dá uma média de gasto de R$ 3,60 por eleitor. – É um custo relativamente barato para ter democracia funcionando neste grau de eficiência –, avaliou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski. O gasto foi mais de 10% menor que o previsto no orçamento aprovado para o pleito, de R$ 549 milhões. O presidente do TSE informou que no segundo turno houve um acréscimo de R$ 10,3 milhões em relação ao que estava previsto devido a suplementações orçamentárias em dez Estados. Apenas com gastos para alimentação de mesários foram gastos R$ 40 milhões, pois cada um recebe R$ 20. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste domingo, 1.609 urnas eletrônicas foram substituídas em todo o país, o que significa 0,402% do total de 400 mil urnas usadas nas eleições. Três seções precisaram usar cédulas de papel: uma no Rio de Janeiro, uma em Sergipe e uma em São Paulo. Os Estados que tiveram mais substituições foram São Paulo, com 234 aparelhos trocados, seguido por Rio de Janeiro (207) e Minas Gerais (161). Os três Estados representam os maiores colégios eleitorais do país. O sistema de identificação digital, usado por 1,1 milhão de brasileiros ao votar no segundo turno apresentou algumas dificuldades, reconheceu, o presidente do Tribunal Superior Eleitora (TSE), Ricardo Lewandowski. – Ainda não temos dados do segundo turno, mas no primeiro turno 97% dos eleitores foram reconhecidos pela urna biométrica. Os demais votaram pelo sistema normal, pois a novidade do sistema causou algumas dificuldades. Entre os problemas identificados, Lewandowski citou a perda das impressões digitais em profissionais que manuseiam produtos químicos, a falta de preparo de alguns mesários e a formação de filas. – Em lugares com muita fila, houve divisão de grupos para votar no sistema biométrico e de outros para votar no tradicional. Lewandowski também lembrou que a biometria servirá para outras formas de identificação. – Firmamos um acordo com o Ministério da Justiça para transferirmos o cadastro da justiça eleitoral, com 136 milhões de brasileiros, para o registro de identificação civil. Isso dará um numero único para documentos como passaporte, RG, previdência social, implementando a segurança. O TSE estima que, em 2018, 155 milhões de brasileiros votem exclusivamente pelo sistema biométrico. A implementação custa cerca de R$ 3,00 por eleitor.
Este ano eleições custaram R$ 3,60 por eleitor
As eleições deste ano custaram R$ 490 milhões, o que dá uma média de gasto de R$ 3,60 por eleitor. O gasto foi mais de 10% menor que o previsto no orçamento aprovado para o pleito, de R$ 549 milhões. No segundo turno houve um acréscimo de R$ 10,3 milhões em relação ao que estava previsto devido a suplementações orçamentárias em dez Estados.
Segunda, 01 de Novembro de 2010 às 08:04, por: CdB