Rio de Janeiro, 20 de Agosto de 2026

Estamos com mais de 200 milhões de celulares

Quarta, 19 de Janeiro de 2011 às 15:01, por: CdB

Com as 29,2 milhões de assinaturas de celulares no ano passado, o Brasil virou o ano chegando à marca dos 202,9 milhões de linhas móveis, uma concentração de 104,7 aparelhos para cada 100 habitantes, segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

Já que falei de recordes hoje no blog (de emprego, leiam as notas "Governo Lula atingiu meta em vagas formais" e "Brasil bate recorde de empregos em 18 anos" ), esse número de 29,2 milhões de novas assinaturas no ano passado só perde para os 29,7 milhões registradas em 2008. De acordo com o balanço da ANATEL do total de 202,9 milhões de acessos em operação no país, 167,1 milhões são pré-pagos (82,3%) e 35,8 milhões pós-pagos (17,7%).

O levantamento indica que mais da metade dos Estados brasileiros - 16 dos 27 - já têm mais de um celular por habitante atualmente: SP, MS, RJ, RS, GO, MT, RO, SC, ES, PE, PR, RN, MG, T, AP e o Distrito Federal (Brasília).

5º maior do mundo em número de celulares


Dentre as operadoras móveis, a Vivo é a líder do mercado, com 29,7% dos celulares em operação; depois vem a Claro, com 25,4%; a Tim, com 25,1%;  e a Oi, com 19,4%. O ano de 2010 se encerrou com 20,6 milhões de acessos 3G (internet banda larga móvel), um crescimento de 138,1% no ano de acordo com os números da ANATEL.

Levantamento da consultoria Teleco, feito até o final do 3º trimestre de 2010, indica que o número de celulares no mundo era de 5,1 bilhões até aquela data. O Brasil tinha, então, 191 milhões de linhas até setembro-2010 e era o 5º país com maior número de aparelhos no mundo. A China encabeçava o ranking até setembro, com 833 milhões de linhas, seguida pela Índia (sem número de celulares disponíveis), Estados Unidos em 3º com 298 milhões, e a Rússia em 4º, com  217 milhões.

 

Assim, também em números da telefonia móvel estamos bem no ranking mundial. Crescimento e progresso para ninguém botar defeito. Só desagrada a oposição em seu eterno derrotismo. 

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