Estados Unidos definem primeiro ataque à Líbia como 'exitoso'
O chefe do Estado-Maior dos Estados Unidos, o almirante Michael Mullen, disse neste domingo que foi um “êxito” a primeira etapa dos ataques aéreos feitos ontem sobre a Líbia.
O chefe do Estado-Maior dos Estados Unidos, o almirante Michael Mullen, disse neste domingo que foi um “êxito” a primeira etapa dos ataques aéreos feitos ontem sobre a Líbia. Segundo o militar, as forças leais ao governo “suspenderam os ataques” na direção de Benghazi - cidade que se tornou o símbolo da oposição ao presidente Muammar Gaddafi.
Os ataques aéreos ocorridos na véspera foram feitos por caças franceses e britânicos, que lançaram mais de 100 mísseis. Na madrugada deste domingo, 19 aviões norte-americanos, entre os quais três de bombardeio, e caças, atacaram a Líbia.
Segundo Mullen, não houve perdas para os norte-americanos. Paralelamente, há relatos de que em Benghazi veículos militares líbios foram destruídos hoje em ataques lançados pelas forças da coalizão internacional.
Nesta manhã, Gaddafi avisou que haverá “uma longa guerra no país” e que ele derrotará as forças da comunidade internacional. Apenas em Trípoli, há relatos de 48 mortos e 150 feridos. De acordo com o governo da Líbia, mais de 90 pessoas morreram nos combates de sexta-feira, em Benghazi.
Neste sábado, os países aliados (Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália e Canadá) lançaram mísseis sobre a Líbia. Gaddafi recomendou que as pessoas reajam aos eventuais ataques, com "todo o povo líbio portando armas" e que vai “vencer”. Ele prometeu fazer do Mediterrâneo um "campo de batalha".
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