Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Estado Islâmico se retira dos arredores de Kobani, dizem monitores

Militantes do Estado Islâmico estão se retirando de áreas ao redor da cidade Síria de Kobani, disse nesta segunda-feira um grupo que monitora a guerra, após combatentes curdos e árabes terem encontrado pouca resistência ao conquistarem novos terrenos durante a noite.

Segunda, 02 de Fevereiro de 2015 às 11:15, por: CdB
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Militantes do Estado Islâmico estão se retirando de áreas ao redor da cidade Síria de Kobani
  Militantes do Estado Islâmico estão se retirando de áreas ao redor da cidade Síria de Kobani, disse nesta segunda-feira um grupo que monitora a guerra, após combatentes curdos e árabes terem encontrado pouca resistência ao conquistarem novos terrenos durante a noite. Forças curdas no terreno, ajudadas por ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos e aliados, retiraram o Estado Islâmico da cidade na fronteira da Síria com a Turquia na semana passada. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que monitora o conflito, disse que as forças curdas conhecidas como YPG conquistaram 13 vilarejos desde domingo à noite. - Não há resistência em grande escala - disse Rami Abdulrahman, que comanda o Observatório. Combatentes do Estado Islâmico que no domingo permanecia de 4 a 5 quilômetros da cidade agora estavam a pelo menos 10 quilômetros de distância, segundo ele. Israel planeja novas guerras

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, declarou ao site israelense Ynet que o país “inevitavelmente terá que lutar em uma terceira guerra com Hezbollah e em uma quarta operação contra Hamas, reportou o Haaretz.

De acordo com o chanceler, o Exército de Tel Aviv não respondeu o suficiente ao contra-ataque do grupo islâmico libanês, que resultou na morte de dois soldados israelenses na última quarta-feira. Ao comentar a recente escalada de tensão com o Hezbollah, Lieberman critica o governo de Israel por decidir “conter o incidente”, em vez de respondê-lo à altura. Já em relação ao Hamas, o ministro ressalta a necessidade de combate, pois, segundo ele, o grupo extremista islâmico estaria “reconstruindo seu arsenal toda semana” na Faixa de Gaza. Demolições de casas palestinas Além disso, a Ocha (escritório da ONU para assuntos humanitários) anunciou neste domingo que Israel demoliu casas de 1.177 palestinos em Jerusalém e na Cisjordânia ao longo do ano passado. Somente em 2015, a agência alega que as autoridades israelenses já destruíram mais de 77 estruturas palestinas, como lares, fazendas e instalações comerciais, removendo pelo menos 110 palestinos – metade deles, ressalta a Ocha, crianças. - Algumas das estruturas demolidas foram providenciadas pela comunidade internacional para dar apoio a famílias vulneráveis. Demolições que resultam em deslocamentos forçados criam tensões e sofrimentos desnecessários. Elas [autoridades israelenses] devem parar imediatamente - critica James W. Rawley, coordenador humanitário da ONU.  
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