Dentro de sua política de exigir padrões de controle das emissões atmosféricas mais rigorosos do que os do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), o Foverno do Estado anunciou que a Petrobras terá que adotar medidas suplementares de controle da emissão de óxido de nitrogênio do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, no Grande Rio.
Além de fazer mal à saúde, o óxido de nitrogênio provoca efeito estufa. Por isso, a Petrobras terá que optar: ou o Comperj passa a operar à base de gás natural ou a empresa investe US$ 200 milhões na compra de um denitrificador, equipamento que abate até metade das emissões de óxido de nitrogênio. Segundo o secretário Carlos Minc, a Petrobras concordou com a exigência e buscará a melhor solução para o caso.
As exigências rigorosas de controle ambiental são importantes, principalmente no caso de um empreendimento que provocará intenso desenvolvimento na região, atraindo inúmeras empresas e pessoas. Essa política do governo estadual de exigir maior controle ambiental no caso do óxido de nitrogênio vai se estender para outros empreendimentos no estado, como siderúrgicas.
Estado exige da Petrobras maior controle ambiental do Comperj
Quinta, 28 de Fevereiro de 2008 às 08:47, por: CdB