Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Estado de saúde de criança baleada na Zona Norte é grave

O estado de saúde do menino de nove anos atingido por uma bala perdida em um clube na Zona Norte do Rio, é considerado grave. Asaf William Costa Ibraim estava no Sesi, em Honório Gurgel, com a família quando foi baleado na cabeça ao sair da piscina para beber água. De acordo com a mãe do menino.

Terça, 20 de Janeiro de 2015 às 11:09, por: CdB
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Os pais acusaram o Sesi de não prestar socorro à criança, segundo a mãe, não havia ambulâncias, nem funcionários preparados para emergências
O estado de saúde do menino de nove anos atingido por uma bala perdida em um clube na Zona Norte do Rio, é considerado grave. Asaf William Costa Ibraim estava no Sesi, em Honório Gurgel, com a família quando foi baleado na cabeça ao sair da piscina para beber água. De acordo com a mãe do menino, Dina Ibraim, houve correria quando os disparos foram ouvidos e encontrou o filho atingido na portaria do clube.

Familiares socorreram Asaf e o levaram para Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte do Rio. Em seguida ele foi transferido para o Hospital de Saracuruna, em Caxias, na Baixada Fluminense, devido ao estado de saúde grave.

Os pais acusaram o Sesi de não prestar socorro à criança, segundo a mãe, não havia ambulâncias, nem funcionários preparados para emergências. — Agora ele está com a bala alojada e o Sesi não prestou nenhum tipo de socorro ao meu filho. Não tinha ambulância, não tinha enfermeiro. Não sei se o guarda-vidas é preparado para fazer esse tipo de socorro. Quem prestou socorro ao meu filho fomos eu e meu marido que colocamos ele no carro e levamos para o hospital. A polícia investiga de onde teria partido o tiro que atingiu Asaf. O Sesi onde o menino foi atingido fica localizado entre as comunidades da Palmeirinha e Proença Rosa.

PMs envolvidos em morte de jovem

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) decidiu ampliar a denúncia apresentada pelo órgão contra os policiais militares Márcio José Watterlor Alves e Delviro Anderson Moreira Ferreira, envolvidos na morte da estudante Haissa Vargas Motta, em agosto do ano passado, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Segundo o MPRJ, a promotora da 1ª Vara Criminal de Nilópolis Juliana Pompeu quer que os policiais sejam acusados também por tentativas de homicídio das quatro pessoas que acompanhavam Haissa quando ela foi ferida. De acordo com o órgão, Juliana incluiu como testemunhas a perita do carro e o delegado que presidiu o inquérito. O aditamento, pedido nesta segunda-feira pela promotora, é sobre o texto da denúncia acatada pelo juiz Glauber Bitencourt Soares da Costa, da 1ª Vara Criminal de Nilópolis, que decretou na última quarta-feira a prisão, de imediato cumprimento, dos PMs.  
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