O Governo do Estado do Rio de Janeiro enviou à Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) mensagem criando 516 cargos para o núcleo perinatal do Hospital Estadual Pedro Ernesto, conforme pedido da reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A medida faz parte do projeto de lei que dispõe sobre a reestruturação do quadro de pessoal dos servidores técnico-administrativos da universidade.
Serão 101 médicos, 128 enfermeiros, três fonoaudiólogos, dois assistentes sociais, seis psicólogos, 10 nutricionistas, 10 fisioterapeutas, 128 auxiliares de enfermagem, 12 agentes de administração universitária, um programador, 93 auxiliares operacionais e 22 agentes de segurança.
O núcleo perinatal foi inaugurado no último dia 2 e conta com 101 leitos, sendo 24 de UTI neonatal, quatro de UTI materna, 18 para gestante de alto risco, 20 para maternos de alojamento conjunto, 20 para recém-nascidos de alojamento conjunto, nove para recuperação de parturientes, dois para recuperação pós-anestésica e quatro para pré-parto.
A unidade tem capacidade para 25 mil internações anuais, quatro mil delas de alto risco, 2.500 partos e 12 mil atendimentos complementares de alto risco a bebês prematuros em UTI neonatal.
O prédio onde está instalado o núcleo perinatal tem três pavimentos e foi planejado para funcionar de maneira integrada ao Hospital Pedro Ernesto. A construção dele custou R$ 6,6 milhões, com recursos do SUS (Sistema Único de Saúde), em convênio da Uerj com o Banco do Brasil. Os funcionários que trabalham na unidade foram contratados em regime temporário até o fim do ano.