Rio de Janeiro, 15 de Março de 2026

Está quase na hora da onça beber água

Dentro de duas semanas, saberemos quem manda no governo. Se a ministra Dilma Roussef, da Casa Civil, ou a turma do Banco Central. (Leia Mais)

Quarta, 13 de Dezembro de 2006 às 11:35, por: CdB

Dama de Ferro
Dentro de duas semanas, saberemos quem manda no governo. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, diz que não há como a economia crescer 5% sem que ocorra uma importante diminuição no custo do capital.

- Nós podemos esperar, no próximo ano, uma redução significativa das taxas de juros - diz a ministra, em resposta ao Banco Central, que promete "parcimônia" na queda de juros. Assim, se na próxima reunião do Copom a taxa de juros cair menos de 0,5%, quem continua mandando no governo é Henrique Meirelles, presidente do BC. Se cair 0,5% ou mais, quem manda mesmo é dona Dilma.

De qualquer maneira diminuir o tamanho do Estado, nem pensar.

Mordomos
Essa idéia de culpar um sargento pelo mais recente apagão aeronáutico é uma grande novidade na literatura de ficção. Antigamente, costumava-se simplesmente culpar o mordomo. Talvez a novidade se explique por vivermos um tempo de vacas magras, em que os mordomos são cada vez mais raros. 

Matrimônio
Na Malásia, o governo estadual de Terengganu vai premiar os homens casados com quatro mulheres, desde que pelo menos duas delas tenham sido mães solteiras ou viúvas. Como o objetivo é estimular os homens a se casarem com mulheres mais velhas, os polígamos que se casarem somente com mulheres virgens não receberão o prêmio.

Congelamento
A indicação do deputado Aroldo Cedraz (PFL-BA) para ministro do Tribunal de Contas da União, feita semana passada pela Câmara, não significa que também vá ser aceita a indicação do ainda senador Paulo Otávio (PMDB-PA), feita há mais de um ano pelo Senado  e congelada pela Câmara. Motivo: o ilustre parlamentar responde a processo por desviar recursos do BNDES e é considerado persona non grata pelo TCU.

Próstata
Pesquisa encomendada pelo prefeito Cesar Maia mostra que as mulheres ganham terrenos contra os homens até na profissão de camelô. No Rio de Janeiro, elas já são 37% dos vendedores de ruas.

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