Este início de ano, enfrentamos uma crise que embora muitos comparem (uns mais outros menos) com a dos anos 20, eu particularmente me pergunto: Mas estamos em um novo milênio, 2000, não pode ser nem parecido?!
O mundo mudou, as possibilidades e soluções se transformaram, a sociedade não é mais a mesma, e, portanto devemos considerar que esta crise não tem precedentes, esta é nossa e teremos que enfrentá-la, vivendo as reações de um mercado em fase de mutação, num mundo em desequilíbrio, social, ecológico e desigual.
Há quem diga que no Brasil, estamos discutidos crescimento, cresceremos menos... E esta crise é passageira, enfim, quando vejo uma GM pedindo dinheiro ao governo, demitindo num ritmo assustador, seguida por outras multis (em vários países) e diversos segmentos, num verdadeiro efeito dominó de gigantes, melhor cair na real e levantar...
A sensação deste janeiro é que na maioria das organizações a máxima é “ estamos nos fingindo de mortos para ver quem vem no enterro” atitude às vezes fundamental, mas no caso da atual, sei não,?!
Sinto que sobreviverão aqueles que usarem sua inteligência competitiva para aprender sobre a crise e subverter as tendências avassaladoras, já!
Focar em ações que garantam a eficiência da marca é fundamental, a comunicação nestes momentos é uma ferramenta imprescindível.
Conversar... Converse com seus clientes, converse com seus fornecedores, converse com o pessoal de vendas, com os líderes, acompanhe de perto o resultado e registre-os de forma que você possa ter uma visão ampla de seu panorama de negócios.
Dados organizados e analisados de forma objetiva, por si só já apontam uma saída, normalmente, quando as coisas vão indo bem, não paramos para nos auto analisar, no caso de uma empresa, se sairá melhor aquela que empresa que se auto analisa, que entende a si própria em sua forma e estrutura, essa por sua vez, consegue ter uma visão realistas das possibilidades em meio a esta crise.
A saída esta no próprio cliente, ele é quem diz se esta satisfeito, se quer algo mais, ou diferente. A pesquisa o investimento no relacionamento direto, estas ações bem dirigidas, proporcionaram ao empresário ou executivo, os caminhos para construção da solução, e ao mesmo tempo, vencendo dificuldades apontadas em meio ao percurso.
Nossa grande vantagem competitiva, não esta na fala de alguns políticos, mas sim na própria diversidade do povo brasileiro, um povo que nunca teve nada fácil, e mesmo assim, um povo pacífico e alegre e capaz.
Vivemos um momento, onde a história se reconstrói, um negro na presidência dos EUA, é um sinal forte e nós brasileiros vamos ter que reinventar um mercado mais humano, mais real e solidário.
Viva Pindorama!
Suzana David
Suzana_cdb@yahoo.com.br