Na abertura oficial do carnaval, na última sexta-feira, quando as escolas mirins desfilaram na Passarela do Samba, o Corpo de Bombeiros registrou 67 ocorrências entre 17h e 1h da manhã, a maioria das quais se referia a mal súbito e ferimentos leves. Os acidentados foram medicados nos três postos da Prefeitura no Sambódromo e depois liberados.
Durante todos os dias de carnaval, o Corpo de Bombeiros montou um esquema especial de proteção que conta com 2.300 militares, mais o reforço de 30 agentes de proteção comunitária da secretaria de Estado de Infância e Adolescência, 150 voluntários de uma parceria entre a Defesa Civil e a Cruz Vermelha Brasileira, uma médica e três socorristas de patins da área de Saúde do Corpo de Bombeiros para atendimento mais rápido na pista.
As equipes de bombeiros estão distribuídas na concentração na Avenida Presidente Vargas, na Rua de Santana, na Rua Amoroso Lima (perto dos Correios) e na pista da Passarela do Samba até a dispersão na Rua Frei Caneca.
Eles trabalham com o apoio de cinco veículos de água espalhados em pontos estratégicos na concentração, dois veículos de salvamento, um dos quais com barco, na pista central da Presidente Vargas, sentido Praça da Bandeira, e seis ambulâncias na área da Passarela do Samba. Além disso, bombeiros distribuídos em pontos de maca terão a função de remover pessoas que necessitem de socorro médico, levando-as para um dos postos médicos da Prefeitura.
O sistema de prevenção a incêndio da passarela e hidrantes da rede urbana cobrem as ocorrências tanto no interior das edificações do Sambódromo quanto na passarela, durante a passagem dos carros alegóricos das escolas de samba.