O roteiro é imprescindível para o bom andamento de um filme. A ausência dele também, dependendo do cineasta e da década em que a produção é feita. No Brasil, os roteiristas não andam lá fazendo um trabalho muito bom, tanto na TV como no cinema. A maioria dos filmes é ruim. Os que se salvam, são dirigidos e escritos pela mesma pessoa. E eis que de tempos em tempos lançam um livro sobre roteiro que pretende esclarecer tudo e formatar qualquer tipo de proposta. Entre os clássicos do enquadramento escrito estão Syd Field, Doc Comparato e Hugo Moss. Agora, a nova geração começa a mostrar a cara. Manual do roteiro ou Manuel, o primo pobre dos manuais de cinema e tv, é divertido e despretensioso. Mas, ainda assim, cai sob o mesmo rótulo dos mestres anteriores, o de enquadrar tudo na escrita.
E mais divertido é constatar que os autores, Leandro Saraiva e Newton Cannito, são da safra 02/ Cidade de Deus/ Cidade dos homens. Como essa turma gera produtos! Quem lança Manual do roteiro ou Manuel, o primo pobre dos manuais de cinema e tv é a editora Conrad.
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Lenny Kravitz na praia de Copa, de grátis, segunda à noite. Progamão?
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Às vezes, essas entrevistas que vêm nos extras dos DVDs são um fiasco. Em Kill Bill, pro exemplo, a edição dos depoimentos deixa muito a desejar. O ator está falando, de repente, esboça uma reação e o som fica mudo e a tela escurece. Óbvio que ele ia falar algo. Mas o que?
Escrevendo filmes
O roteiro é imprescindível para o bom andamento de um filme. A ausência dele também, dependendo do cineasta e da década em que a produção é feita. No Brasil, os roteiristas não andam lá fazendo um trabalho muito bom, tanto na TV como no cinema. (Leia Mais)
Terça, 15 de Março de 2005 às 19:46, por: CdB