Rio de Janeiro, 01 de Fevereiro de 2026

Escassez

Cientistas ingleses criticam o estudo da companhia petrolífera British Petroleum, segundo o qual as reservas mundiais de petróleo bastam para cobrir 40 anos de consumo pelo ritmo atual. Os especialistas advertem que a produção de petróleo alcançará sua cota máxima nos próximos quatro anos. (Leia Mais)

Quinta, 21 de Junho de 2007 às 09:26, por: CdB

Cientistas ingleses criticam o estudo da companhia petrolífera British Petroleum, segundo o qual as reservas mundiais de petróleo bastam para cobrir 40 anos de consumo pelo ritmo atual. Os especialistas advertem que a produção de petróleo alcançará sua cota máxima nos próximos quatro anos. Em seguida, começará a cair de modo drástico, o que terá fortes conseqüências para a economia mundial e o estilo de vida. Detalhe: o Brasil acabará beneficiado, por ser o maior produtor de biocombustíveis.

Espetáculo

Em abril, a produção industrial registrou queda em dez das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, na comparação com o mês de março. Todas as áreas com redução na produção tiveram taxas abaixo da média nacional.

Internet I

Enquanto no Brasil há parlamentares querendo censurar a internet, nos EUA a Corte Suprema da Califórnia decidiu que as pessoas que divulgarem na rede uma informação de outra fonte não serão responsáveis se o material for considerado difamatório. Assim, quem se queixar de difamação na internet só poderá buscar indenização por parte da fonte original.

Internet II

Nos Estados Unidos, a internet só fica atrás da televisão como fonte de informação sobre ciência, mas a maioria dos internautas não confia cegamente no que lê online. Cerca de 80% dos que obtêm informação científica online buscam checar a precisão da notícia com outra fonte, o que é natural, porque na internet o que tem de bobagem é uma grandeza.

Racismo

A cada ano, cerca de 40 pessoas morrem e mais de 300 ficam feridas na Rússia em decorrência de ataques racistas, que vêm se tornando cada vez mais freqüentes, denuncia a organização de defesa dos direitos humanos Sova. Muitos outros ataques racistas ocorreram, mas não são computados. Moscou e São Petersburgo são as cidades que registram o maior número de agressões na Rússia pós-comunismo, que parece estar andando para trás.
 
Fiscalização

O aumento das mensalidades dos planos de saúde demonstra que não se pode confiar nas agências regulatórias, criadas no governo Fernando Henrique Cardoso. Diante desse quadro, fica incompreensível a posição atual da Câmara dos Deputados, que tenta impedir que o Tribunal de Contas da União (TCU) fiscalize essas agências. Submetidas ao controle do TCU, as agências já fazem o que bem entendem. Imagine-se o que acontecerá quando não mais houver fiscalização.   

Efeito estufa

Na Europa, continuam aumentando as emissões industriais de gases que causam mudança climática. A poluição na Europa é mais grave do que parece, porque os governos da Rússia e de outras nações da extinta União Soviética ainda mantêm problemas do meio ambiente em segredo de Estado, sonegando informações sobre poluição, contaminação alimentar e radiação nuclear. Na Rússia, vários jornalistas e cientistas foram processados, alguns até acusados de espionagem.

Lei vacina

O Conselho Nacional de Trânsito decidiu limitar o som emitido pelos veículos. O volume não pode mais ultrapassar 104 decibéis, medidos a meio metro de distância do automóvel. A infração é grave e, além da multa, o motorista perderá cinco pontos na carteira. A norma se aplica a todos os tipos de ruídos: alto-falante de rádios, buzinas e até o barulho produzido pelo motor. A intenção é boa, mas a lei, infelizmente, é do tipo vacina e não vai pegar, porque os Detrans não têm equipamentos para auferir a intensidade desses ruídos.

Retrocesso

O governo do Afeganistão vai reativar o Departamento de Fomento à Virtude e de Prevenção do Vício. Isso significa que a Polícia religiosa poderá voltar a espancar as mulheres que mostrarem seus punhos, mãos ou tornozelos, não usarem meias soquetes opacas ou não estarem acompanhadas por algum parente próximo do sexo masculino. Um retrocess

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