Uma equipe de cinco pessoas, três bombeiros e dois especialistas do Exército em salvamento na floresta, foi enviada esta manhã ao local onde um avião com 33 passageiros caiu no início da noite desta sexta-feira, na Amazônia. A aeronave foi localizada de madrugada e, segundo as primeiras informações, teria se partido em dois. Não foi possível realizar qualquer operação de resgate durante a noite nem há informações sobre vítimas ou feridos.
A queda foi confirmada na noite de ontem pela Rico Linhas Aéreas, dona da aeronave. O avião tinha decolado de São Paulo de Olivença, região da divisa do Amazonas com a Colômbia, e deveria fazer escala em São Gabriel da Cachoeira, mas não pousou e nem fez mais contato com as torres do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam).
O avião desapareceu por volta de 19h30m cerca de vinte minutos antes da chegada prevista no aeroporto internacional Eduardo Gomes, em Manaus. Logo em seguida, equipes da Aeronáutica e da Marinha iniciaram as buscas à aeronave.
Entre os passageiros estão a juíza federal de Tabatinga Fabíola Bernardi e o delegado Carlos Barros, da Polícia Civil de São Paulo. Ele morava na cidade de Olivença (SP). A falta de informações deixou os parentes dos passageiros em desespero. Muitos se aglomeraram no balcão da Rico à espera de dados concretos sobre o desaparecimento do avião.
- Os parentes estão agoniados. Ninguém sabe ainda o que aconteceu. Ninguém sabe o que fazer. Está um grande suspense - relatou Adevaldo Cardoso, funcionário da Infraero.
Avião que caiu perto de Manaus deve ter explodido
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