Mais uma vez o réu Max Rogério Alves, envolvido no caso Galdino, teve indeferido no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedido de liminar para que pudesse freqüentar o curso de Administração na Universidade Católica de Brasília (UCB). As aulas começaram dia 20.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) revogou o benefício do estudo externo, apesar de ter deferido a matrícula em 25 de junho. Ainda este mês o réu entrou com habeas-corpus no STJ, quando pediu a reconsideração da determinação dada pelo Tribunal de Justiça.
Max Alves prestou vestibular na Universidade Católica em um sistema para presidiários, sendo aprovado para o curso de Administração, período matutino. Ele pretendia com a ação permissão para, provisoriamente, assistir às aulas até o julgamento do recurso que tramita no TJ-DF, a fim de não ser reprovado pelo número de faltas.
A defesa alega que, dos 14 anos de reclusão a que foi condenado, o réu já cumpriu mais da metade, ''sempre com excelente comportamento carcerário''