Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Entrevista com Candido Alvarez, secretário-geral da LBI

Sexta, 24 de Junho de 2011 às 13:28, por: CdB

Por Liga Bolchevique Internacionalista 24/06/2011 às 19:09

O jornal Luta Operária entrevistou o camarada Candido Alvarez, Secretário Geral da LBI, que acabou de completar trinta anos de militância ininterrupta trotskista, no curso de seus 48 anos de vida. Fazendo um balanço histórico e político de sua própria trajetória, Candido expõe também o que representa os 16 anos de fundação da LBI como bastião de defesa trotskismo revolucionário e os desafios da construção do partido leninista em nosso país, como parte da luta programática pela reconstrução da IV Internacional


Candido Alvarez, Secretário Geral da LBI: 30 anos de militância trotskista

30 ANOS DE MILITÂNCIA ININTERRUPTA TROTSKISTA, 16 ANOS DA FUNDAÇÃO DA LBI: DOIS MARCOS QUE SE FUNDEM EM UMA SÓ HISTÓRIA DE COMBATE POLÍTICO E IDEOLÓGICO PELA CONSTRUÇÃO DO PARTIDO REVOLUCIONÁRIO LENINISTA

LUTA OPERÁRIA (LO): Sua militância trotskista iniciou-se no começo de 1981. Como foi o processo de opção por uma corrente de esquerda em meio à efervescência política daquele período?

CANDIDO ALVAREZ (CA): Quando completei dezoito anos ao entrar no curso de Ciências Sociais da UFC, em março de 1981, me deparei com uma realidade política distinta, na qual vivia como um jovem simpático ao PCB e apoiador do então MDB. Neste caso específico compreendi que não existia um caminho único para combater o regime militar, até então apontado pelo "Partidão" no interior do MDB. Portanto, tinha diante de mim, com pouquíssima experiência política, mais de dez organizações "marxistas" que postulavam cada uma sua própria via programática para derrotar a ditadura militar. A principio discuti mais profundamente com o MR-8, PCdoB e a OSI (jornal O Trabalho), que me pareceram bem mais "radicais" do que o velho partidão. Tendo a oportunidade de ler alguns clássicos do marxismo-leninismo, optei ideologicamente pelo trotskismo, que no caso concreto era representado pela OSI, na certeza de que era necessário não só derrotar o regime militar mas sim a própria ditadura da burguesia sobre o proletariado.

Leia na íntegra a entrevista no sítio da Liga Bolchevique Internacionalista

 http://www.lbiqi.org

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