A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota oficial, neste sábado, em que cobra do governo federal agilidade na retirada de não-índios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol em Roraima.
"Esperamos que o processo de desintrusão da TIRSS seja rápido, pacífico e que a lei seja respeitada por todos", enfatizou a CNBB na manifestação de “solidariedade e apoio aos Povos Indígenas que habitam a terra demarcada e homologada”.
Já o Conselho Regional de Medicina de Roraima, em nota, defende a preocupação com a paz social e a saúde das pessoas e pede ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a “ imediata suspensão da operação [Upatakon 3, da Polícia Federal]”.
A Associação dos Arrozeiros de Roraima afirma, também em nota, que os agentes da Polícia Federal que realizam a operação de retirada dos não-índios não têm base legal para atuar: “A demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol está sub-júdice [em juízo], portanto, enquanto não houver uma decisão e a justa indenização, se for o caso, qualquer ato de pretensa desintrusão ou acesso de pessoas não autorizadas à propriedade, será considerado como invasão”.
Entidades têm posições divergentes sobre questão da Raposa Serra do Sol
A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota oficial, neste sábado, em que cobra do governo federal agilidade na retirada de não-índios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol em Roraima.
Sábado, 05 de Abril de 2008 às 09:39, por: CdB