A nova prova do Enem vai custar mais de R$ 131 milhões ao Ministério da Educação. O Diário Oficial da União desta quinta-feira publicou um contrato assinado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e pelo consórcio formado pela Fub/Cespe e Cesgranrio, que traz um custo operacional de R$ 99.959.837,86.
O Enem foi adiado para os dias 5 e 6 de dezembro após denúncia de fraude. Para a gráfica RR Donnelley Moore serão pagos mais R$ 31,9 milhões, pela impressão, manuseio, embalagem, rotulagem e entrega dos cadernos das provas para os Correios.
Após a fraude, o Ministério da Educação rompeu o contrato com o consórcio Connasel, responsável pela aplicação do exame. A licitação foi fechada em R$ 116 milhões, e, segundo o ministério, já haviam sido pagos R$ 35 milhões.