Subiu para 64, incluindo 62 crianças, o número de mortos devido a uma enchente relâmpago que atingiu uma escola de ensino fundamental no nordeste da China, na sexta-feira, informou a agência de notícias Xinhua.
A enchente e um posterior deslizamento de terra atingiram a cidade de Shalar, perto da cidade de Ning'na, na província de Heilongjiang.
Grande parte da cidade ainda estava sob cerca de um metro de água, disse neste sábado uma funcionária do hospital onde os feridos eram atendidos. Todas as crianças feridas estavam em condições estáveis, informou a funcionária por telefone.
A agência, em um comunicado anterior divulgado neste sábado, tinha informado que 38 pessoas haviam morrido no desastre, a maioria estudantes. A agência Xinhua não explicou o rápido aumento no número de mortos.
Jornais chineses mostraram fotografias da escola submersa em lama e água. Em imagens divulgadas pela TV, edifícios tiveram as paredes levadas pelas águas e os campos estavam devastados pela enchente.
Os primeiros comunicados da imprensa oficial informavam que o número de mortos na enchente era de 29 e o de desaparecidos, quatro.
"Como a torrente foi tão forte e violenta, 23 estudantes da primeira e segunda séries se afogaram e foram levados pelas águas", informou o Beijing News.
Mais de 350 crianças entre 6 e 14 anos e 31 professores estavam na escola quando a enchente atingiu o local, de acordo com o Xinhua.
A China sofre com enchentes e secas todos os anos, o que causa uma grande perda humana.
No início desta semana, dias de fortes chuvas e enchentes no sul da China mataram mais de 200 pessoas e destruíram cerca de 138 mil casas.
E mais enchentes devem atingir o país, com fortes chuvas previstas para o norte e sul da China nos próximos dias e diversos rios "prestes a avançar suas margens", informou a Xinhua.
Enchente: Número de mortos em escola chinesa chega a 64
Subiu para 64, incluindo 62 crianças, o número de mortos devido a uma enchente relâmpago que atingiu uma escola de ensino fundamental no nordeste da China, na sexta-feira, informou a agência de notícias Xinhua. (Leia Mais)
Sábado, 11 de Junho de 2005 às 08:06, por: CdB