O Itaú Unibanco informou nesta quarta-feira que obteve lucro líquido de R$ 3,03 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 33,77% em relação ao apurado em igual etapa de 2009. Em termos recorrentes, o lucro da instituição no período foi de R$ 3,158 bilhões. A previsão média de 11 analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters apontava para um lucro recorrente de R$ 3,3 bilhões no período.
A carteira de crédito do maior banco privado do país, incluindo avais e fianças, era de R$ 313,189 bilhões no final de setembro, o que representa um aumento de 16,56% em doze meses. O avanço foi puxado pelo segmento de micro, pequenas e médias empresas, que cresceu 30% no período. O índice de inadimplência, medido pelo saldo de operações vencidas com prazo superior a 90 dias, ficou em 4,3%, ante 4,6% no final de junho e 5,9% no terceiro quarto do ano anterior.
Cerveja
Outro setor que reportou sua taxa de lucros, nesta quarta-feira, foi a Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo, que estima lucro em um ritmo maior no último trimestre do que o realizado no terceiro quarto do ano, quando os números foram favorecidos por um salto no consumo de cerveja no Brasil, China e Rússia. No terceiro trimestre, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia cresceu 9,1% na comparação anual, para 3,53 bilhões de dólares, praticamente em linha com a média de 17 previsões obtidas pela Reuters, de 3,54 bilhões de dólares.
O volume de vendas de cerveja no Brasil, onde a AB Inbev detém cerca de dois terços do mercado, aumentou em 12,1%, enquanto na China o avanço foi de 8,1% e na Rússia, de 8%. A brasileira AmBev, que integra a AB InBev, anunciou nesta quarta-feira que encerrou o terceiro trimestre com salto de 47,5% no lucro líquido em relação ao obtido um ano antes, para R$ 1,815 bilhão.
Por outro lado, os volumes de vendas da AB InBev na América do Norte e Europa ocidental recuaram em 1,5 e 4,5%, respectivamente. De julho a setembro, o lucro líquido da AB InBev somou US$ 1,49 bilhão, um pouco acima da previsão do mercado, de US$ 1,44 bilhão.
Telecomunicação
O lucro líquido da Portugal Telecom chegou a 5,35 bilhões de euros no terceiro trimestre, ante ganho de 116,1 milhões um ano antes. O resultado foi impulsionado pela venda da participação da empresa na Brasilcel, grupo que controla a Vivo. A companhia informou que, apesar do salto no lucro, as receitas operacionais subiram ligeiros 0,3%, para 952,2 milhões de euros, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recuou 3,8%, para 381,9 milhões de euros.
Em julho, a Portugal Telecom concordou em vender metade da Vivo para a Telefónica, por 7,5 bilhões de euros, e fechou acordo para comprar uma participação de pouco mais de 20% na Oi.
Empresas reportam lucros acima do previsto e do Itaú Unibanco supera os 30%
O Itaú Unibanco informou nesta quarta-feira que obteve lucro líquido de R$ 3,03 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 33,77% em relação ao apurado em igual etapa de 2009. Em termos recorrentes, o lucro da instituição no período foi de R$ 3,158 bilhões. A previsão média de 11 analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters apontava para um lucro recorrente de R$ 3,3 bilhões no período.
Quarta, 03 de Novembro de 2010 às 10:07, por: CdB
O Itaú Unibanco informou nesta quarta-feira que obteve lucro líquido de R$ 3,03 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 33,77% em relação ao apurado em igual etapa de 2009. Em termos recorrentes, o lucro da instituição no período foi de R$ 3,158 bilhões. A previsão média de 11 analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters apontava para um lucro recorrente de R$ 3,3 bilhões no período.
A carteira de crédito do maior banco privado do país, incluindo avais e fianças, era de R$ 313,189 bilhões no final de setembro, o que representa um aumento de 16,56% em doze meses. O avanço foi puxado pelo segmento de micro, pequenas e médias empresas, que cresceu 30% no período. O índice de inadimplência, medido pelo saldo de operações vencidas com prazo superior a 90 dias, ficou em 4,3%, ante 4,6% no final de junho e 5,9% no terceiro quarto do ano anterior.
Cerveja
Outro setor que reportou sua taxa de lucros, nesta quarta-feira, foi a Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo, que estima lucro em um ritmo maior no último trimestre do que o realizado no terceiro quarto do ano, quando os números foram favorecidos por um salto no consumo de cerveja no Brasil, China e Rússia. No terceiro trimestre, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia cresceu 9,1% na comparação anual, para 3,53 bilhões de dólares, praticamente em linha com a média de 17 previsões obtidas pela Reuters, de 3,54 bilhões de dólares.
O volume de vendas de cerveja no Brasil, onde a AB Inbev detém cerca de dois terços do mercado, aumentou em 12,1%, enquanto na China o avanço foi de 8,1% e na Rússia, de 8%. A brasileira AmBev, que integra a AB InBev, anunciou nesta quarta-feira que encerrou o terceiro trimestre com salto de 47,5% no lucro líquido em relação ao obtido um ano antes, para R$ 1,815 bilhão.
Por outro lado, os volumes de vendas da AB InBev na América do Norte e Europa ocidental recuaram em 1,5 e 4,5%, respectivamente. De julho a setembro, o lucro líquido da AB InBev somou US$ 1,49 bilhão, um pouco acima da previsão do mercado, de US$ 1,44 bilhão.
Telecomunicação
O lucro líquido da Portugal Telecom chegou a 5,35 bilhões de euros no terceiro trimestre, ante ganho de 116,1 milhões um ano antes. O resultado foi impulsionado pela venda da participação da empresa na Brasilcel, grupo que controla a Vivo. A companhia informou que, apesar do salto no lucro, as receitas operacionais subiram ligeiros 0,3%, para 952,2 milhões de euros, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recuou 3,8%, para 381,9 milhões de euros.
Em julho, a Portugal Telecom concordou em vender metade da Vivo para a Telefónica, por 7,5 bilhões de euros, e fechou acordo para comprar uma participação de pouco mais de 20% na Oi.