Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Empresas de ônibus querem ser indenizadas por depredações

As empresas de ônibus do Rio que tiveram 467 coletivos depredados nesta quinta-feira durante a greve dos motoristas informou nesta sexta-feira que vão processar criminalmente os líderes do movimento, que durou 24 horas. Representantes das empresas entraram com queixa-crime nesta sexta-feira na Polícia Civil pedindo processo criminal e, logo a seguir, em processo cívil, vão pedir o ressarcimento dos prejuízos, que chegaram a R$ 250 milhões.

Sexta, 09 de Maio de 2014 às 12:10, por: CdB
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Os grevistas pedem que os motoristas trabalhem normalmente nesta sexta e marcaram assembleia seguida de manifestação no Centro
As empresas de ônibus do Rio que tiveram 467 coletivos depredados nesta quinta-feira durante a greve dos motoristas informou nesta sexta-feira que vão processar criminalmente os líderes do movimento, que durou 24 horas. Representantes das empresas entraram com queixa-crime nesta sexta-feira na Polícia Civil pedindo processo criminal e, logo a seguir, em processo cívil, vão pedir o ressarcimento dos prejuízos, que chegaram a R$ 250 milhões. O funcionamento dos ônibus no município do Rio ficou aparentemente normal nesta sexta-feira, após a paralisação de 24 horas que aconteceu durante a quinta-feira. Nos terminais da Central do Brasil e Alvorada (Barra da Tijuca), a movimentação dos coletivos e passageiros acontece sem nenhum problema. Os ônibus do BRT Transoeste também circularam normalmente. Os grevistas pedem que os motoristas trabalhem normalmente nesta sexta e marcaram assembleia seguida de manifestação no Centro. A Fetranspor divulgou nota para "expressar seu repúdio aos atos de vandalismo durante a paralisação de rodoviários da cidade do Rio de Janeiro, que resultaram na depredação de pelo menos 325 ônibus urbanos, os quais tiveram retrovisores, janelas e para-brisas danificados." - Lamentamos que a manifestação de um pequeno grupo, que sequer representa oficialmente a categoria, tenha ganhado contornos de violência, gerando prejuízos não só às empresas, mas a toda a população que vive, trabalha ou vem à cidade do Rio de Janeiro e depende dos ônibus para desempenhar suas atividades básicas. - Confiamos na ação enérgica das autoridades públicas, para coibir o vandalismo e evitar que tais atos se repitam, e informamos ainda que a paralisação se deu apenas na frota municipal do Rio de Janeiro, não atingindo os ônibus urbanos e rodoviários intermunicipais e de outras cidades do Estado - disse ainda a nota.
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