Rio de Janeiro, 20 de Agosto de 2026

Empresas da UE apoiam expansão da Internet rápida

Nove importantes empresas de telecomunicações devem apresentar à Comissão Européia nesta quarta-feira recomendações sobre como estimular o crescimento da Internet de alta velocidade, disseram fontes setoriais e funcionários de governos. (Leia Mais)

Quarta, 15 de Outubro de 2003 às 09:30, por: CdB

Nove importantes empresas de telecomunicações devem apresentar à Comissão Européia nesta quarta-feira recomendações sobre como estimular o crescimento da Internet de alta velocidade, disseram fontes setoriais e funcionários de governos. A União Européia acredita que promover o acesso em banda larga elevará a produtividade e transformará a economia na mais competitiva do mundo até 2010, uma promessa feita pelos líderes da União Européia em Lisboa, três anos atrás.

A reunião informal dará seqüência a encontros similares realizados no ano passado para tratar da saúde do setor e do ambiente das telecomunicações. As conversas contarão com a presença de presidentes e executivos importantes da BT, Alcatel, Siemens, Ericsson, Telecom Italia, Philips, France Telecom e Deutsche Telekom, a maioria das quais lidera o mercado de seus países de origem. O comissário das telecomunicações da União Européia, Erkii Liikanen, que responde pela regulamentação do setor nos 15 países do bloco, também participará.

Os presidentes das empresas devem exibir dados demonstrando que o acesso em banda larga vem ganhando impulso e que os investidores começam a mostrar certa confiança no setor, dizem fontes setoriais. As discussões, planejadas com muita antecedência, surgem apenas uma semana depois que a Comissão abriu processos contra oito países da União Européia - entre os quais Alemanha e França - por não terem adotado leis para estimular a competição em setores que estão em desenvolvimento, como o de Internet em alta velocidade.

Novos prestadores de serviços de telecomunicações, como o provedor italiano Tiscali, argumentam que não podem expandir as atividades devido a restrições que os operadores dominantes impõem no segmento de banda larga.

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