Rio de Janeiro, 15 de Setembro de 2026

Em Roma, Lula fará alerta sobre falta de recursos internacionais para enfrentar a fome

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará nesta segunda-feira, em Roma, um alerta para a insuficiência de recursos internacionais destinados a enfrentar a fome no mundo, durante a Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).(Leia Mais)

Domingo, 15 de Novembro de 2009 às 13:10, por: CdB

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará nesta segunda-feira, em Roma, um alerta para a insuficiência de recursos internacionais destinados a enfrentar a fome no mundo, durante a Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Lula também irá destacar a necessidade de os países desenvolvidos cumprirem os compromissos assumidos para o aumento dos níveis da assistência ao desenvolvimento social e humano. O presidente ainda pedirá o fim dos subsídios agrícolas que prejudicam as economias mais pobres.

A expectativa é de que a cúpula reúna cerca de 60 chefes de Estado e de governo. A FAO estima que atualmente mais de 1 bilhão de pessoas passem fome e estejam desnutridas em todo o mundo.

Após a cúpula da FAO, Lula terá um almoço oferecido pelo primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi. Segundo o porta-voz da presidência da República, Marcelo Baumbach, no encontro, que foi solicitado por Berlusconi, não está descartada a possibilidade de eles discutirem o pedido de extradição do ex-ativista italiano Cesare Batistti. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve concluir o julgamento sobre o assunto na próxima quarta-feira.

Em entrevista à imprensa no sábado, em Paris, Lula disse que aguarda a decisão do Supremo para avaliar se há algo que possa ser feito.

– Acho que o presidente da República pouco pode fazer quando o processo está nas mãos da instância superior da Justiça brasileira. O processo de Battisti está no Supremo Tribunal Federal e eu tenho que esperar a decisão da Suprema Corte para saber se sobra alguma coisa para a Presidência da República fazer – disse o presidente.

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