Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Em que ponto chegamos?

Quarta, 08 de Junho de 2011 às 10:55, por: CdB

Por Caian Daher Cézar Gonçalves 08/06/2011 às 16:36

Vivemos atualmente em um estado de consciência ínfimo comparado com o quanto podemos atingir, a sociedade moderna por mais que tenha desenvolvido nos aspectos mais diversos, não foi capaz de mudar a sua essencia medíocre, ignóbil, mesquinha, ignorante e absurdamente egoísta.

Guerras infundáveis, preconceitos absurdos, degradação da sociedade, desigualdade social,desrespeito pela natureza e pelos terraqueos, tendo em vista que nós NÃO somos os únicos seres pertencentes a esta classe, processos políticos fraudulentos, mídia tendenciosa...
A lista prolonga-se infinita e exponencialmente, tal qual a nossa dita "inteligência" é capaz de desenvolver e aprimorar dentre os mais diversos aspectos que circundeiam a humanidade.
Pelo que nos é passado pelos meios de comunicação, aparentemente, a humanidade atual logrou sucesso atingindo um patamar de desenvolvimento econômico nunca antes imaginado onde a globalização formulou o estilo de vida que devemos, sem questionar, seguir. Como se este fosse o único meio cabível de sobrevivência da raça humana as ações de obedecer, produzir, consumir e aculumar se tornaram os alicerces da nova e ÚNICA religião da Nova Ordem tendo esta como seu Deus onipotente e onipresente em toda e qualquer atividade humana o Dinheiro.
A formatação de todos os dogmas referentes a forma como devemos viver são feitos por grupos que vivem as margens da sociedade e não centralizadas como nos fazem crer: basicamente, as leis são feitas para que os principais pilastres não se desfaçam, para que o poder não mude de mãos, ou vocês realmente acreditam que votar no candidato X ou Y seria o suficiente para haver mudanças? A participação direta da população se dá na escolha de fantoches pré-selecionados pelos grupos e corporações com poder sobre cidades, estados e países e que mesmo com divergências entre eles nenhum se atreve a mudar a principal caracteristica que impulsiona este sistema fadado ao sucesso para poucos e declínio social para a maioria: o lucro.
A necessidade psicopata de se obter cada vez mais lucro transforma os homens ou em meros números ou em máquinas descartáveis mas, na maioria esmagadora das vezes, em ambos.
Pesquisas bélicas, farmacêuticas, midiáticas, tecnológicas nos mais diversos campos de atuação humana tem como prioridade máxima o aumento do lucro e assim são criadas doenças e tratamentos, vícios e curas, aparelhos de comodidade apresentados como MUST HAVE e, que em questão de meses, são trocados por bugigangas mais avançadas ou remédios mais fortes.
A parte mais triste desse contexto é a funcionalidade do homem nesse meio, vai ser ele quem vai construir, modelar, produzir, o objeto ou item que irá acorrentá-lo. NÓS criamos os grilhões que nos prender a idéias putrefas de um ideal de felicidade fajuto onde o TER se torna imensuravelmente mais importante d que o SER.Afinal, o que é SER humano?

Meu único intento com esse artigo é criar uma fagulha nas pessoas, faze-las parar e pensar ao invés de seguir a correnteza que nos direciona ao esgoto falsamente apresentado como paraíso por homens eugenistas, maquiavélicos, dotados de um egoísmo crônico e completamente insensíveis tanto com os 6 Bi e meio de seres humanos bem como os as outras milhares de formas de vida que têm os mesmos direitos que nós, o direito a liberdade, o direito a livre arbítrio, o direito a viver de forma digna e em sitonia com a Terra.
Pesquise, procure, se informe, corra atrás do que não aparece facilmente nos meios comuns e de maior "credibilidade".
Ou continue seguindo as leis do Grande Irmão nesse Bravo Novo Mundo.

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