Rio de Janeiro, 01 de Fevereiro de 2026

Em nota, senador reafirma versão para os R$ 2,2 milhões

Segunda, 25 de Junho de 2007 às 17:00, por: CdB

Em nota, o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) falou sobre as acusações de ter sido flagrado em uma conversa com o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklin de Moura para tratar da divisão de R$ 2,2 milhões.
 
No comunicado, Roriz reafirma a versão de que usou apenas R$ 300 mil deste dinheiro - que, segundo ele, seria um empréstimo do empresário Nenê Constantino - para a compra de um animal e ajudar um amigo. Constantino é presidente do Conselho de Administração da Gol. A nota de Roriz não explica, porém, o que foi feito com os outros R$ 1,9 milhão.

O senador "rechaça com veemência" o que ele classifica de "tentativas criminosas" de "confundir" uma negociação formal. "O senador Joaquim Roriz condena o vazamento de escuta telefônica criminosamente encaminhada à mídia", afirma a nota. Roriz diz ainda que agiu apenas na condição de "amigo de longa data das pessoas citadas".

O texto diz que no dia 13 de março deste ano pediu R$ 300 mil a Nenê Constantino para fazer um pagamento "inadiável" no dia 14. Segundo o senador, desse valor, R$ 271.320,00 seriam usados para pagar a compra de um animal da Universidade de Marília. O restante, R$ 28.680,00, foi usado, de acordo com ele, para "socorrer" o "amigo" Benjamin Roriz, que estaria com problemas de saúde na família.

Roriz afirma na nota que tem documentos para comprovar essas transações: a nota fiscal da compra do gado, as cópias do cheque de R$ 2,2 milhões, do recibo referente ao animal, e a nota promissória da dívida com Nenê Constantino.

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