Em nota oficial divulgada neste sábado, o Grupo Schincariol comenta sobre a liberação dos diretores presos pela Polícia Federal, contestando as priões. O texto segue abaixo:
''Foram libertados na madrugada de hoje (25 de junho), em São Paulo, os oito diretores do Grupo Schincariol, injustificadamente detidos na Polícia Federal. A expectativa de que eles sairiam à meia noite, horário em que venceu o prazo da prisão temporária (dez dias), não se confirmou. Mais uma vez a Polícia Federal deu sinais de desrespeito com os executivos do Grupo Schincariol. Os diretores só foram libertados às 3h30 e às 5h30, em dois grupos.
Executivos libertados:
Adriano Schincariol, diretor-superintendente
Gilberto Schincariol - vice-presidente
Alexandre Schincariol - diretor de Recursos Humanos
Gilberto Schincariol Júnior - diretor de Compras
José Augusto Schincariol - diretor
José de Assis - diretor Comercial
José Domingos Francischinelli - diretor de Planejamento
Alcides Vagas Porteiro - diretor Industrial
Das 68 pessoas detidas pela Polícia Federal no dia 15 de junho, apenas nove são do Grupo Schincariol - os oito executivos libertados hoje em São Paulo e o ex-gerente do Rio de Janeiro, Robinson de Almeida Pinto, que aguarda o deferimento de um habeas corpus.
Como a Polícia Federal do Rio de Janeiro não possui carceragem, a custódia de Robinson de Almeida Pinto foi entregue ao presídio estadual Ari Franco, que exige o alvará de soltura, apesar do término da prisão preventiva. O documento foi solicitado ontem à noite (24 de junho) à juíza de plantão da Justiça Federal do Rio de Janeiro, Maria de Lourdes Coutinho Tavares, que, contrariando a Lei, não atendeu o pedido, transformando em ilegal a manutenção na prisão, que já era injusta, do ex-funcionário do Grupo Schincariol. Os advogados do Grupo recorreram ao Tribunal Regional Federal, solicitando a correção da ilegalidade e a soltura de Robinson de Almeida Pinto.
GRUPO SCHINCARIOL