Durou três horas o interrogatório da viúva Adriana Almeida, acusada de ser a mandante da morte do marido, o milionário da Mega-Sena, Renné Senna, assassinato dia 7 de janeiro, em Rio Bonito, na Baixada Litorânea do Rio.
- Sofro qualquer tipo de pena, mas não vou confessar aquilo que não fiz -, respondeu a ex-cabeleireira quando a juíza Renata Gil lhe perguntou se ela era inocente.
Segundo seu novo advogado, Adelson Rodrigues, Adriana repetiu em juízo o que já tinha dito à polícia durante as investigações. Ele ainda contou ainda que o depoimento foi interrompido algumas vezes por crises de choro de sua cliente. Adriana teria se emocionado também quando falou de Renné.
O policial militar Marco Antonio Vicente, preso suspeito de envolvimento no crime, já foi ouvido pela juíza. Os outros quatro acusados também devem ser interrogados ainda nesta terça-feira.
Em juízo, viúva da Mega-Sena diz que 'não confessará o que não fez'
Terça, 03 de Abril de 2007 às 15:52, por: CdB