Ao seu bel prazer, e de novo com o embarque da mídia na história, a Corregedoria da Polícia Civil e os promotores do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO) voltam a considerar foragido o vice-prefeito de Campinas, Demétrio Vilagra (PT). Colocam na mesma situação, também a ex-chefe de gabinete do prefeito dr. Hélio (PDT), Rosely Nassin Santos.
As prisões feitas em Campinas, anteriormente e ontem constituem abuso puro e simples de autoridade, e são feitas sem nenhum respaldo legal. No caso especifico do vice-prefeito Demétrio Vilagra e da ex-secretária Rosely Nassin Santos salta à vista que são cidadãos com endereço fixo, profissão, primários, que não estão obstruindo a justiça e nem ameaçando testemunhas.
Tanto é que já se apresentaram à Justiça. Assim sendo, suas prisões passam a ter um caráter ou de vingança ou de exposição pública dos denunciados como culpados. Esta atitude equivale a uma condenação e execração públicas como se eles fossem criminosos quando ainda não foram julgados e, portanto, são inocentes até a prova em contrário - provas, aliás, que cabem à acusação.
No caso de Campinas, há o fator agravante de que o vice-prefeito Demétrio Vilagra já tinha tido sua prisão provisória decretada e depois revogada.Qual é o objetivo dessas prisões provisórias? Quem está por trás delas?
Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026
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