Um levantamento feito pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher revela que três mil mulheres foram espancadas pelos maridos ou companheiros no ano passado em Ribeirão Preto.
Segundo o Conselho Tutelar, uma mulher que foi espancada pelo marido ficou três dias à procura de um serviço onde pudesse ser atendida. Ela tem um filha de três meses e afirma que passou pela Central de Triagem e Encaminhamento (Cetren), pela polícia e por um posto de saúde do bairro Marincek.
Ela deve ser levada para São Paulo, onde foi encontrado uma casa-abrigo para o atendimento. Segundo a prefeitura, a cidade não possui atendimento específico para as mulheres agredidas. A Secretaria de Saúde informou que vai investigar porque ela não foi atendida no posto de saúde.