Por Leandro Mazzini - Quatro dias antes de a presidente Dilma embarcar para Nova York, onde na última Terça fez discurso ferrenho contra a espionagem americana no Brasil, o novo chanceler Luiz Alberto Figueiredo deu mostras da impotência diante da situação e de que a indignação do governo não vai passar da fala presidencial.
Chanceler Luiz Alberto Figueiredo
Quatro dias antes de a presidente Dilma embarcar para Nova York, onde na última Terça fez discurso ferrenho contra a espionagem americana no Brasil, o novo chanceler Luiz Alberto Figueiredo deu mostras da impotência diante da situação e de que a indignação do governo não vai passar da fala presidencial. ‘(Os Estados Unidos) não vão parar de espionar, vão continuar, e não vão pedir desculpas’, disse Figueiredo em reunião sigilosa com oito deputados, em seu gabinete no Itamaraty. O Itamaraty informou que ‘não tece comentários sobre declarações emitidas em reunião privada’’.
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