A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, composta por 354 escolas presentes em todas as unidades da federação, tem hoje 19,5 mil professores, sendo 2 mil substitutos, e 14,3 mil técnicos administrativos.
Uma média de 55 docentes para cada unidade escolar e uma relação professor-aluno de 21,4 — a rede federal contabiliza 418 mil matrículas em cursos técnicos, cursos superiores de tecnologia e licenciaturas.
Desde o início do plano de expansão da rede federal, iniciado em 2005 com a criação de 214 novas escolas, já foram contratados, via concursos públicos, 12,5 mil professores, 4 mil técnicos de nível superior e 7,7 mil técnicos de nível intermediário.
A rede federal tem autorizada a contratação de mais 2.867 professores e 1.816 técnicos administrativos, segundo portaria divulgada em 25 de abril.
Em 2005, quando a rede contava com 140 unidades, o número de docentes contabilizava 9,8 mil efetivos e 1,1 mil substitutos. No período de 1995 a 2002, foi feita a contratação de apenas 550 professores.
Em todas as avaliações existentes, nacionais ou internacionais, escolas e alunos da rede federal se destacam. No Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2009, por exemplo, a rede federal tem média superior aos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), alunos dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia também são destaques.
Alguns diferenciais da rede federal estão na qualificação dos docentes e técnicos, na infraestrutura das escolas e na remuneração dos trabalhadores. Um professor com mestrado e dedicação exclusiva, em início da carreira, tem salário de R$ 4,1 mil. O índice de professores com cursos de mestrado ou doutorado nas escolas federais de educação profissional é de 52%. Um técnico administrativo de nível superior tem salário inicial de R$ 2,9 mil, mais incentivo à qualificação profissional, que pode chegar a 50% se ele tiver doutorado.
Desde setembro de 2010, quando foram criados o banco de professor equivalente e o quadro de referência de educação básica, técnica e tecnológica dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, as instituições não precisam pedir autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão a cada vez que precisam substituir servidores que se aposentam ou se desligam, facilitando a gestão das escolas.
Na semana passada, no lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciou a continuidade da expansão da rede federal. Serão 201 novas escolas nos próximos quatro anos, sendo que 81 já estão em fase de construção e serão entregues ao longo deste ano e do próximo. As demais 120 serão entregues nos anos de 2013 e 2014.
Educação Profissional: Rede federal tem 21 alunos para cada professor
A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, composta por 354 escolas presentes em todas as unidades da federação, tem hoje 19,5 mil professores, sendo 2 mil substitutos, e 14,3 mil técnicos administrativos. Uma média de 55 docentes para cada unidade escolar e uma relação professor-aluno de 21,4.
Terça, 03 de Maio de 2011 às 10:06, por: CdB
A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, composta por 354 escolas presentes em todas as unidades da federação, tem hoje 19,5 mil professores, sendo 2 mil substitutos, e 14,3 mil técnicos administrativos.
Uma média de 55 docentes para cada unidade escolar e uma relação professor-aluno de 21,4 — a rede federal contabiliza 418 mil matrículas em cursos técnicos, cursos superiores de tecnologia e licenciaturas.
Desde o início do plano de expansão da rede federal, iniciado em 2005 com a criação de 214 novas escolas, já foram contratados, via concursos públicos, 12,5 mil professores, 4 mil técnicos de nível superior e 7,7 mil técnicos de nível intermediário.
A rede federal tem autorizada a contratação de mais 2.867 professores e 1.816 técnicos administrativos, segundo portaria divulgada em 25 de abril.
Em 2005, quando a rede contava com 140 unidades, o número de docentes contabilizava 9,8 mil efetivos e 1,1 mil substitutos. No período de 1995 a 2002, foi feita a contratação de apenas 550 professores.
Em todas as avaliações existentes, nacionais ou internacionais, escolas e alunos da rede federal se destacam. No Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2009, por exemplo, a rede federal tem média superior aos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), alunos dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia também são destaques.
Alguns diferenciais da rede federal estão na qualificação dos docentes e técnicos, na infraestrutura das escolas e na remuneração dos trabalhadores. Um professor com mestrado e dedicação exclusiva, em início da carreira, tem salário de R$ 4,1 mil. O índice de professores com cursos de mestrado ou doutorado nas escolas federais de educação profissional é de 52%. Um técnico administrativo de nível superior tem salário inicial de R$ 2,9 mil, mais incentivo à qualificação profissional, que pode chegar a 50% se ele tiver doutorado.
Desde setembro de 2010, quando foram criados o banco de professor equivalente e o quadro de referência de educação básica, técnica e tecnológica dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, as instituições não precisam pedir autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão a cada vez que precisam substituir servidores que se aposentam ou se desligam, facilitando a gestão das escolas.
Na semana passada, no lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciou a continuidade da expansão da rede federal. Serão 201 novas escolas nos próximos quatro anos, sendo que 81 já estão em fase de construção e serão entregues ao longo deste ano e do próximo. As demais 120 serão entregues nos anos de 2013 e 2014.