Rio de Janeiro, 10 de Maio de 2026

Editora denuncia pressão dos EUA para censurar filme do 11/9

Um e-mail divulgado, nesta quinta-feira, em nível mundial, assinado pela editora inglesa Signs of the Times http://signs-of-the-times.org/signs/signs.htm), após reforçar a tese de que, em 11 de setembro, um míssil - não um Boeing 757 da American Airlines - atingiu o Pentágono, alerta para pressões de autoridades norte-americanas para que o site seja censurado. (Leia Mais)

Quinta, 08 de Setembro de 2005 às 13:02, por: CdB

Um e-mail divulgado, nesta quinta-feira, em nível mundial, assinado pela editora inglesa Signs of the Times (http://signs-of-the-times.org/signs/signs.htm) após reforçar a tese de que, em 11 de setembro um míssil - não um Boeing 757 da American Airlines - atingiu o Pentágono, centro da inteligência militar dos EUA, alerta para pressões de autoridades norte-americanas para que o site seja censurado.

Um vídeo, produzido com fotos do acidente em diversos ângulos, mostram a inexistência de partes da fuselagem da aeronave no gramado que cerca o edifício e apenas um buraco, aberto em paredes reforçadas com aço e concreto. O documentário, disponível no endereço http://www.pentagonstrike.co.uk, mostra também os depoimentos de testemunhas do atentado que negam ter visto um avião comercial, mas um jato militar voando baixo, seguido de um som agudo e uma explosão, frações de segundos após.

O vídeo, produzido em Flash, discorda da versão oficial de que um Boeing 757, voando a mais de 800 km/h, conseguiu plainar a menos de 60 metros do chão e perfurar, com o seu impacto, seis paredes extremamente reforçadas, sem deixar um rastro de suas asas e cauda para trás. Ao invés disso, a resenha dos fatos mostra pedaços de uma estrutura bem menor, mais compatível com um míssil. Os editores, após a divulgação do vídeo, em nível mundial, têm recebido milhares de e-mails, muitos agradecem pela divulgação, enquanto que outros ameaçam a vida dos jornalistas que editaram as fotos e as informações recebidas.

A jornalista Laura Knight-Jadczyk, que assina a produção do vídeo e as investigações relativas ao atentado, afirma acreditar que "testemunhas não são evidências", mas levanta a suspeita razoável de que o último destino do vôo 77 da American Airlines não foi Pentágono.

- Nós acreditamos que o testemunho de pessoas que viram o incidente não podem ser tomados como eviência, pelo menos como uma evidência confiável, mas acredito que o avião realmente caiu, houve um desastre, e os passageiros desapareceram. Acreditamos que o vôo 77 da American Airlines  caiu e os passageiros nunca mais foram vistos. Mas isso também não é evidência de que o vôo 77 foi atirado contra o Pentágono - diz Laura Jadczyk.

Traduzido em 10 idiomas e distribuído a milhões de internautas, o vídeo agora retorna a milhares de e-mails por dia com a advertência de que autoridades norte-americanas tentam retirar da internet as imagens e as conclusões propostas pela reportagem. No site da CNN, a cadeia mundial de jornalismo, no entanto, ainda está disponível a matéria do repórter Jamie Mcintyre, momentos após o atentado, no qual ele afirma não ter visto qualquer sinal de uma aeronave na proporção de um Boeing 757, "sejam as asas, os assentos ou qualquer parte da cauda do avião". A matéria, também em vídeo, pode ser vista no endereço http://www.freedomfiles.org/war/Cnn[1].Pentagon.Jamie.Mcintyre.swf.

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