Os países que já divulgaram seus resultados como Argentina (9,1%), Venezuela (9%) e México (3%), confirmaram as previsões da Cepal, que para o Brasil previa 2,5%.
Paulo Bernardo acredita que os problemas que fizeram o crescimento ser abaixo do esperado já foram superadas. Segundo o ministro, a crise política e a inflação sob controle se confrontando com as metas colaboraram para o resultado do PIB.
Apesar de estar otimista, Paulo Bernardo sabe que na realidade não será fácil ter um crescimento de 5% neste ano. "Nós precisamos ter condições de crescer 4,5% durante 10 anos. É preciso ter um crescimento sustentável e previsível. Esse é o aspecto mais fundamental da nossa política", afirmou.
Para ele, um fator de risco é a possibilidade de seca na agricultura. "Temos de fato um temor do que vai acontecer na área agrícola. Ainda há sinais de que podemos ter uma quebra da safra, de seca", afirmou.