Rapina pública
O IBGE revela que a economia informal gera no Brasil riquezas equivalentes a um PIB de R$ 248 bilhões, superior ao de países como Egito e Colômbia. Calcula-se que 60% da força de trabalho pertencem a essa economia das sombras, com empregados sem garantias e impostos sonegados. Esse fenômeno tem explicação: todos sabem que carga tributária alta e encargos sociais elevados provocam informalidade na economia. Não tem conversa. É só diminuir os impostos e encargos que os negócios se formalizam. Com essa rapina estatal sobre os trabalhadores é reagir para sobreviver.
Perigosa inovação
A Net está instituindo uma perigosa inovação no ramo da prestação de serviços. Os novos assinantes estão sendo obrigados a pagar a mensalidade com 30 dias de antecedência. Espera-se que a novidade não seja adotada também pelas demais concessionárias, como Light, Companhia do Gás, Telemar etc.
Bebedeira
A criatividade dos exploradores das fraquezas humanas não tem limites. Nos Estados Unidos, estão fazendo sucesso as novas bebidas misturadas com estimulantes, como a "cerveja energética", que leva cafeína e taurina. O objetivo é fazer com que os biriteiros percam o sono e continuem bebendo, sem parar.
Penas sociais
O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, defende o aumento da aplicação de penas alternativas no Brasil, dizendo que o sistema é mais barato e facilita a socialização do condenado. Segundo ele "a pena de prisão, no mundo todo, tem que ser reservada para o criminoso perigoso, para o chefe de quadrilha, para aquele que se organiza para cometer o crime".