Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

Duelo de líderes movimenta a sétima rodada na Superliga masculina

A sétima rodada da Superliga masculina de vôlei 09/10 acontece nesta terça-feira e terá um confronto de gigantes. Únicos times invictos na competição, Sesi (SP) e Cimed/Malwee (SC) farão o clássico do dia. A rodada terá ainda um jogo festivo, pelo menos fora da quadra. O Pinheiros/SKY (SP) receberá o Soya/Blumenau/Furb/Barão (SC) no dia do aniversário do levantador Joel e na véspera do dia em que o ponteiro Giba completará 33 anos. (Leia Mais)

Terça, 22 de Dezembro de 2009 às 10:18, por: CdB

A sétima rodada da Superliga masculina de vôlei 09/10 acontece nesta terça-feira e terá um confronto de gigantes. Únicos times invictos na competição, Sesi (SP) e Cimed/Malwee (SC) farão o clássico do dia. A rodada terá ainda um jogo festivo, pelo menos fora da quadra. O Pinheiros/SKY (SP) receberá o Soya/Blumenau/Furb/Barão (SC) no dia do aniversário do levantador Joel e na véspera do dia em que o ponteiro Giba completará 33 anos.

Atual campeã, a equipe catarinense vai em busca da vitória para assumir a ponta da tabela de maneira isolada. Atual líder nos critérios de desempate, o time paulista jogará diante de sua torcida e terá a chance de se distanciar do rival na classificação.

Acostumado com as cobranças em cima da Cimed/Malwee, que defende o título e é detentora de três Superligas nas últimas quatro temporadas, o treinador Marcos Pacheco vê muita igualdade entre as equipes para o duelo.

– Sem dúvida será um jogo dificílimo. Já estamos estudando muito o Sesi e sabemos que é uma equipe que tem diversas possibilidades de jogo. Acho que, assim como nós, eles podem mudar a trajetória de uma partida com ela em andamento. A tática pode ser alterada e a qualidade vai ser mantida. Isso é um dos pontos mais fortes do nosso adversário. Vamos ter que colocar em prática tudo o que estudarmos sobre eles – afirma Marcos Pacheco, ressaltando que a Superliga não está difícil só neste ano.

– Talvez pelo repatriamento de grandes atletas muita gente tem dito que esta é a Superliga mais difícil de todos os tempos. Eu não gosto muito disso, já que para nós sempre foi difícil. Nunca encaramos nada como fácil e os títulos vieram em decorrência de muito trabalho – analisa Pacheco, explicando que o grande reforço da Cimed/Malwee foi a manutenção de seus jogadores.

– Continuamos com uma base campeã e isso é importante num campeonato longo e com muitas viagens. Esse entrosamento é bom, já que não conseguimos treinar tanto quanto queríamos. Além disso, esses meninos estão vivendo uma grande fase. Cinco de nossos jogadores estão frequentemente na seleção brasileira – finaliza Pacheco.

Do outro lado, o técnico Giovane Gávio, bicampeão olímpico nos seus tempos de jogador, sabe bem o que representa uma partida como essa.

– É o jogo dos líderes. Sem dúvida, vai ser complicado, difícil. Nosso time está evoluindo desde o começo da competição. Nosso último jogo, contra o Álvares/Vitória (ES), serviu como um treino de luxo. Fiquei feliz porque o time conseguiu recuperar uma situação de adversidade no terceiro set, quando estava atrás do marcador. Quanto mais tempo esse time passar junto, melhor – afirma Giovane.

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