O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu a integração dos serviços de inteligência de diferentes países para combater o tráfico internacional de drogas.
– Só podemos combater o narcotráfico com a integração dos serviços de inteligência, que é um dos pontos que está sendo discutido neste encontro –, disse Cardozo.
Segundo Cardozo, o tráfico só pode ser combatido de forma eficaz - especialmente em países com grande dimensão territorial, como o Brasil - se houver o aperfeiçoamento da troca de informações entre países produtores, de trânsito da droga ou receptores, como é o caso dos países europeus.
– Não podemos imaginar que o problema do tráfico de drogas se concentra em países onde há uma elevada produção. Ele passa por três perspectivas que não podem ser diferenciadas: onde se produz, onde há o trânsito e onde se consome.
O ministro viajou a Paris para representar o Brasil em uma reunião de ministros do Interior e da Justiça do G8(grupo de países mais industrializados do mundo mais a Rússia), para discutir formas conjuntas de combate ao tráfico internacional de cocaína. O Brasil foi convidado pela Presidência francesa do grupo.
Acordos
Cardozo afirma que, após a posse da presidente Dilma Rousseff, o governo brasileiro já firmou novos acordos de cooperação para o combate ao tráfico com a Bolívia e com o Paraguai.
Mas a integração deve ir além dos países vizinhos do Brasil e incluir países como os Estados Unidos e os da Europa, diz o ministro.
– Crimes internacionais devem ser objeto de uma ação integrada internacional. É a razão pela qual vemos com muitos bons olhos a iniciativa que o G8 tomou em relação a essa questão –, afirma o ministro.
A luta contra o tráfico de drogas também necessita, segundo Cardozo, de integração operacional das atividades policiais e tecnológica entre os países.
Drogas: Cardozo defende integração internacional no combate ao tráfico
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu a integração dos serviços de inteligência de diferentes países para combater o tráfico internacional de drogas. Segundo ele, o tráfico só pode ser combatido de forma eficaz, se houver o aperfeiçoamento da troca de informações entre países produtores.
Terça, 10 de Maio de 2011 às 11:06, por: CdB
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu a integração dos serviços de inteligência de diferentes países para combater o tráfico internacional de drogas.
– Só podemos combater o narcotráfico com a integração dos serviços de inteligência, que é um dos pontos que está sendo discutido neste encontro –, disse Cardozo.
Segundo Cardozo, o tráfico só pode ser combatido de forma eficaz - especialmente em países com grande dimensão territorial, como o Brasil - se houver o aperfeiçoamento da troca de informações entre países produtores, de trânsito da droga ou receptores, como é o caso dos países europeus.
– Não podemos imaginar que o problema do tráfico de drogas se concentra em países onde há uma elevada produção. Ele passa por três perspectivas que não podem ser diferenciadas: onde se produz, onde há o trânsito e onde se consome.
O ministro viajou a Paris para representar o Brasil em uma reunião de ministros do Interior e da Justiça do G8(grupo de países mais industrializados do mundo mais a Rússia), para discutir formas conjuntas de combate ao tráfico internacional de cocaína. O Brasil foi convidado pela Presidência francesa do grupo.
Acordos
Cardozo afirma que, após a posse da presidente Dilma Rousseff, o governo brasileiro já firmou novos acordos de cooperação para o combate ao tráfico com a Bolívia e com o Paraguai.
Mas a integração deve ir além dos países vizinhos do Brasil e incluir países como os Estados Unidos e os da Europa, diz o ministro.
– Crimes internacionais devem ser objeto de uma ação integrada internacional. É a razão pela qual vemos com muitos bons olhos a iniciativa que o G8 tomou em relação a essa questão –, afirma o ministro.
A luta contra o tráfico de drogas também necessita, segundo Cardozo, de integração operacional das atividades policiais e tecnológica entre os países.