Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Dólar abre em queda de 0,26%

O dólar comercial mantém a tendência de queda na abertura dos negócios desta sexta-feira. Às 9h18, segundo as primeiras cotações do Banco Central, a moeda norte-americana era negociada a R$ 2,991 para compra e R$ 3,001 para venda, queda de 0,26% em relação ao fechamento desta quinta-feira. (Leia Mais)

Sexta, 15 de Agosto de 2003 às 06:42, por: CdB

O dólar comercial mantém a tendência de queda na abertura dos negócios desta sexta-feira. Às 9h18, segundo as primeiras cotações do Banco Central, a moeda norte-americana era negociada a R$ 2,991 para compra e R$ 3,001 para venda, queda de 0,26% em relação ao fechamento desta quinta-feira.

Depois de uma semana agitada, a cena política pode dar uma trégua na negociação para o encaminhamento da votação da reforma Tributária. Esgotada a primeira etapa da Previdenciária na Câmara, a expectativa fica por conta do quorum que precisa ser garantido nesta sexta-feira e na segunda-feira, para que a votação da reforma em segundo turno comece na semana que vem.

Nesta sexta-feira, o foco do mercado estará voltado para a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que acontece na próxima quarta-feira. Os investidores podem dar mais uma demonstração de suas apostas em corte dos juros.

Nesta tarde tarde, o Tesouro Nacional realiza um leilão de oferta firme de papéis prefixados. Nesse tipo de oferta, o órgão da Fazenda só realiza o leilão após verificar o apetite pelos papéis e as taxas que o mercado está disposto a aceitar para colocar os títulos em suas carteira. Por isso chama-se oferta firme.

Para quem está apostando em queda acentuada da Selic, comprar esses papéis pode ser uma boa opção, conforme alguns operadores de renda fixa. Por outro lado, alertam, o Tesouro dificilmente vai aceitar pagar uma remuneração elevada para os títulos se tiver em mente que o juro vai cair forte.

Isso também pode reduzir o volume de papéis a ser ofertado. Ainda é pequeno o volume de papéis prefixados que o Tesouro tem ofertado, considerando o estoque da dívida indexada à Selic. Em junho, do total da dívida pública, 51% era indexada à Selic e apenas 4,5% à juro prefixado.

A oferta firme de hoje deve resultar em um volume pequeno de títulos, com taxa compatível com a atual conjuntura, sancionando a expectativa de queda da taxa no futuro.

Ontem, o dólar comercial fechou a R$ 3,006 na compra e a R$ 3,008 na venda, com leve queda de 0,06% em relação ao fechamento anterior.

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