O atacante Dodô, que no sábado foi vítima de fratura do osso frontal na partida do Fluminense contra o Friburguense, foi submetido a uma cirurgia que se prolongou até o fim da noite deste domingo no Hospital Quinta D'Or, na Zona Norte do Rio.
Segundo o Dr. Carlos Veiga, médico do clube, a cirurgia de redução da fratura feita pelo Dr. Augusto César Lima, médico cérvico-facial e referência do departamento Médico do Fluminense, foi um sucesso, apesar de ter sido mais grave do que se pensava.
A cirurgia, que durou cerca de três horas, transcorreu de forma muito satisfatória e o atleta tricolor passa bem. Para ajudar na consolidação da fratura no osso frontal, foram fixadas três placas, uma tela de cobertura e oito parafusos, todos de titânio na região supra orbitária da face de Dodô, que se recupera no leito do Centro de Tratamento Semi-intensivo do hospital.
– Clinicamente, o quadro de Dodô é estável, disse o médico Carlos Veiga, acrescentando que o jogador só deverá a voltar à rotina de treinos em aproximadamente oito semanas.
A cirurgia de Dodô foi acompanhada por Carlos Veiga, do Departamento Médico do Fluminense que, juntamente com o Dr. Adílson Camargo, vem acompanhando desde sábado todos os procedimentos ambulatoriais realizados no atleta tricolor no Hospital Quinta D'Or.
Estiveram presentes no hospital, a mulher do atacante, Tatiana, seu Carlos, pai de Dodô, e o coordenador de futebol do Fluminense, Branco.
– Foi uma cirurgia complicada, demorada e trabalhosa. Mas foi um sucesso. Resta agora aguardar o pós operatório e a cicatrização para que ele possa voltar rapidamente aos treinos. A fratura era maior do que a gente imaginava e foi necessário colocar três placas de titânio na região supra orbitária, uma tela de cobertura e oito parafusos, disse o médico, que participou da intervenção ao lado do doutor Augusto Cesar, o mesmo que tratou do caso do meia Renato Augusto, do Flamengo.
Dodô foi para o hospital acompanhado do pai, Carlos Lucas, da esposa, Tatiana Lucas, e do coordenador de futebol do Fluminense, Branco. Dodô fica na unidade de tratamento semi intensivo e, por enquanto, não tem previsão de alta.
A cirurgia estava marcada para começar às 20h, mas só se iniciou de fato às 21h30m, em hospital na Quinta da Boa Vista.
O atraso aconteceu porque os instrumentos usados para a operação tiveram que ser esterilizados.
Dodô passa bem depois de três horas de cirúrgia
Segunda, 10 de Março de 2008 às 05:36, por: CdB