O estoque da dívida mobiliária federal interna subiu 1,31% em junho em relação a maio, para R$ 758,2 bilhões, em decorrência principalmente da apropriação de juros. O prazo médio da dívida recuou ligeiramente, para 29,8 meses, acrescentou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira.
A participação no total da dívida de títulos prefixados elevou-se de 16,4% para 16,8%, permanecendo dentro do intervalo previsto pelo Tesouro em seu Plano Anual de Financiamento. A parte da dívida atrelada ao câmbio, levando-se em conta as operações de swap cambial, caiu de 16,6% para 15,8%.
Segundo o Tesouro, a exposição cambial do governo diminuiu em R$ 4,4 bilhões, devido sobretudo ao resgate líquido de R$ 2,5 bilhões em títulos e swaps cambiais. A parcela de papéis renumerados pela Selic ficou praticamente estável, recuando de 57,9% para 57,5% do total.
Em junho, as emissões de títulos superaram ligeiramente os resgates, acarretando um impacto monetário contracionista de R$ 288 milhões.