O diretor dos hospitais universitários do Ministério da Educação, José Rubens Rebelatto, defendeu a MP 520/10 dizendo que o texto não prejudica a autonomia universitária. “A universidade só fará um contrato se quiser e nos termos em que achar apropriado”, disse.
Ele afirmou ainda que o controle social está garantido na MP e que os hospitais universitários atenderão exclusivamente pelo SUS. “Não há privatização. O capital total será da União e os recursos públicos serão gerenciados por instituição pública”, ressaltou.
A reunião ocorre no plenário 12.
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Edição - Daniella Cronemberger