Dos 163 mil inquéritos instaurados pela Polícia Federal atualmente, 3,5% utilizam interceptações telefônicas. A informação é do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, que está prestando depoimento na tarde desta terça-feira na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas, da Câmara dos Deputados. Segundo ele, não existe banalização da utilização das escutas.
— A PF observa rigorosamente a legislação nesse sentido —, disse Corrêa garantindo também que todas as escutas são feitas com base em inquéritos policiais.
O diretor da PF disse também que o vazamento de informações obtidas por meio escutas telefônicas geralmente acontece depois que os dados saem da PF e são distribuídos a advogados ou às partes do inquérito.
Diretor da PF diz que não há banalização de escutas telefônicas
Terça, 15 de Abril de 2008 às 14:50, por: CdB