Rio de Janeiro, 20 de Agosto de 2026

Dilma nomeia José de Queiroz diretor-presidente da Anac

A presidente Dilma Rousseff nomeou como diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) José Botelho de Queiroz, que já ocupava interinamente a chefia da agência. O mandato de Queiroz tem duração até 19 de março de 2020, de acordo com decreto publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.

Quarta, 13 de Abril de 2016 às 08:29, por: CdB

A nomeação de Queiroz como diretor-presidente da Anac ocorre após a posse na terça-feira dos três novos diretores da agência

Por Redação, com Reuters e Agências de Notíicas - de Brasília:
A presidente Dilma Rousseff nomeou como diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) José Botelho de Queiroz, que já ocupava interinamente a chefia da agência. O mandato de Queiroz tem duração até 19 de março de 2020, de acordo com decreto publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.
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Com a nomeação, a Anac voltou a ter quórum completo para realizar reuniões deliberativas de diretoria
Queiroz é diretor da Anac desde setembro de 2015, tendo assumido interinamente a presidência da agência em março deste ano, com o término do mandato do diretor-presidente anterior, Marcelo Guaranys. Antes de se tornar diretor da Anac, Queiroz atuou como assessor do ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e foi chefe de gabinete e coordenador-geral de Polícia Criminal Internacional. Também trabalhou em regras contra atos de interferência ilícita em prol da aviação civil. A nomeação de Queiroz como diretor-presidente da Anac ocorre após a posse na terça-feira dos três novos diretores da agência: Juliano Nonam, Hélio de Barros Júnior e Ricardo Bezerra. Com isso, a Anac voltou a ter quórum completo para realizar reuniões deliberativas de diretoria. A agência estava com apenas dois diretores desde que expiraram os mandatos de Guaranys e de Cláudio Passos Simão, em 19 de março.

Votação

A presidenta Dilma Rousseff reuniu-se na noite desta terça-feira com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o núcleo duro do governo para avaliar o cenário político após o PP, partido até hoje da base aliada, declarar voto favorável ao processo de impeachment por parte da maioria da bancada. O Palácio do Planalto ainda não tem uma interpretação sólida sobre a movimentação do PP, mas avalia que, na conta mais pessimista, perdeu apenas dez votos, e que portanto mais de 200 deputados ainda continuam contrários ao prosseguimento do impeachment.
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