Rio de Janeiro, 29 de Setembro de 2026

Dilma e Serra aparecem em pesquisa empatados na preferência do eleitor

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, empatou pela primeira vez com o governador de São Paulo, José Serra, na pesquisa CNT/Sensus. Na abordagem espontânea sobre em quem o eleitor votaria nas próximas eleições, Dilma obteve 5,4% das intenções de voto, e Serra 5,7%, o que significa um empate técnico, pois a margem de erro é de 3%, segundo a CNT. (Leia Mais)

Segunda, 01 de Junho de 2009 às 09:24, por: CdB

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, empatou pela primeira vez com o governador de São Paulo, José Serra, na pesquisa CNT/Sensus. Na abordagem espontânea sobre em quem o eleitor votaria nas próximas eleições, Dilma obteve 5,4% das intenções de voto, e Serra 5,7%, o que significa um empate técnico, pois a margem de erro é de 3%, segundo a CNT.

Na pesquisa anterior, divulgada em março, Dilma tinha 3,6% das intenções e Serra, 8,8%.

A pesquisa da CNT incluiu na pesquisa nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve 26,2% das intenções de voto, contra 16,2% da abordagem anterior. Porém, pela legislação eleitorial, o presidente Lula está impedido de concorrer a um terceiro mandato.

Liderança

A pesquisa foi veiculada um dia após estudo do instituto Datafolha revelar que o índice de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é classificado como ótimo/bom para 69% dos entrevistados. Mesmo com os efeitos aparentes no país da crise econômica mundial, a avaliação positiva do presidente Lula voltou ao patamar de novembro passado, quando a taxa de aprovação do governo bateu 70%, em franca recuperação desde março, no pico do declínio causado pela recessão na maioria dos países do mundo, quando o índice atingiu 65%.

Em recente entrevista ao diário paulistano Folha de S. Paulo, o diretor geral do instituto, Mauro Paulino, atribuiu os últimos declínios à crise, mas a recuperação da nota média de 7,6, atingida em novembro do ano passado, a maior desde que assumiu a Presidência, em janeiro de 2003 deve-se ao fato de a população estar "mais confiante quanto ao desempenho do governo frente à crise, o governo recuperou o nível de aprovação", afirmou o executivo.

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