Rio de Janeiro, 18 de Outubro de 2026

Dieta mediterrânea restrita melhora a saúde

Uma análise de vários estudos médicos elaborado confirmou que o cumprimento estrito de uma dieta mediterrânea contribui para reduzir a mortalidade por várias doenças, publicou o British Medical Journal. Esta meta-análise, dirigida por Francesco Sofi, da Universidade de Florença (Itália). (leia mais)

Sexta, 12 de Setembro de 2008 às 13:15, por: CdB

Uma análise de vários estudos médicos elaborado por investigadores italianos confirmou que o cumprimento estrito de uma dieta mediterrânea contribui para reduzir a mortalidade por várias doenças, publicou o British Medical Journal.

Esta meta-análise, dirigida por Francesco Sofi, da Universidade de Florença (Itália), demonstra também que o consumo de alimentos associados com essa dieta reduz em 13% a incidência de enfermidades crônicas como o Parkinson e o Alzheimer.

Os investigadores analisaram 12 estudos internacionais que conjuntamente incluíam 1,5 milhões de participantes, cuja saúde e hábitos alimentares haviam sido controlados em períodos entre três e 18 anos.

Sofi e sua equipe avaliaram numericamente o grau de aderência à dieta dos participantes, e perceberam que os que aderiram mais a ela, usufruíram de melhoras significativas em suas saúdes.

Assim, os especialistas comprovaram que a mortalidade se reduzia 9%, em geral, enquanto as mortes por enfermidades cardiovasculares e por cânceres abaixaram respectivamente 9 e 6%, além de  diminuir a incidência de Parkinson e Alzheimer.

Os autores da análise sugerem que, como medida preventiva, se poderia elevar o controle da aderência de certos pacientes a dieta mediterrânea, definida pelo consumo de – entre outros – azeite de oliva, grãos, fruta fresca e seca, verduras e pescado, além de recomendar o consumo de menos carnes, laticínios e álcool.

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