Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Deslizamentos de terra matam ao menos 36 pessoas no Japão

Ao menos 36 pessoas, incluindo várias crianças, morreram no Japão nesta quarta-feira devido a deslizamentos de terra causados por uma tempestade que castigou os arredores da cidade de Hiroshima, no oeste do país, e o número ainda pode aumentar, disse a polícia. Muitas pessoas continuam desaparecidas após uma chuva durante à noite equivalente à precipitação esperada para um mês, causando o deslizamento de morros que já se encontravam saturados por chuvas nas últimas semanas.

Quarta, 20 de Agosto de 2014 às 11:33, por: CdB
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Casas atingidas por deslizamentos de terra provocados pela chuva em em Hiroshima, no Japão Manifestantes do grupo Free Tibet durante visita do premiê chinês Li Keqiang a Londres
Ao menos 36 pessoas, incluindo várias crianças, morreram no Japão nesta quarta-feira devido a deslizamentos de terra causados por uma tempestade que castigou os arredores da cidade de Hiroshima, no oeste do país, e o número ainda pode aumentar, disse a polícia. Muitas pessoas continuam desaparecidas após uma chuva durante à noite equivalente à precipitação esperada para um mês, causando o deslizamento de morros que já se encontravam saturados por chuvas nas últimas semanas. "Houve chuva e trovões durante toda noite, caindo tão forte que eu fiquei com medo de sair", disse um morador à Fuji TV. "Nunca vi nada como isso." Helicópteros retiravam sobreviventes enquanto equipes de resgate realizavam buscas em meio à lama e os destroços na área residencial a cerca de 5 quilômetros do centro da cidade. Casas foram arrastadas cerca de 100 metros na área mais atingida pelo deslizamento, onde uma camada de lama até a altura dos joelhos dificultava os esforços de resgate. As autoridades do município de Hiroshima emitiram um aviso para a saída dos moradores cerca de uma hora depois do primeiro deslizamento. "Algo deu errado com nossa análise (da situação)... Falhamos em emitir um alerta de saída antes do desastre. Olhando para trás, acredito que isso é algo que precisamos corrigir", disse um oficial dos bombeiros da cidade. Cerca de 240 milímetros de água caíram na região nas 24 horas anteriores à manhã de quarta-feira, um nível recorde equivalente ao esperado para todo o mês de agosto, disse a agência meteorológica. Quase metade desse volume de água caiu em apenas uma hora na quarta-feira. A força do deslizamento destruiu estradas, e correntes de lama invadiram bairros inteiros, transformando casas em pilhas de escombros. Rochas com diâmetro de até 3 metros se espalharam pela área atingida. São esperadas mais chuvas no oeste do Japão ainda nesta quarta. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, interrompeu as férias e retornou a Tóquio. Ele disse que iria enviar centenas de militares para ajudar nos esforços de resgate. China
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Três manifestantes atingidos por tiros da policia na semana passada em uma região tibetana da China morreram em decorrência dos ferimentos, elevando para cinco o número de pessoas mortas no incidente, relatou um grupo de direitos humanos nesta quarta-feira. O protesto irrompeu por causa da detenção do respeitado líder de um vilarejo na província de Sichuan, no sudoeste chinês, local frequente de manifestações de tibetanos contra o governo da China, disse a entidade Free Tibet, sediada na Grã-Bretanha, em comunicado. Tsewang Gonpo, de 60 anos, Yeshe, de 42, e Jinpa Tharchin, de 18 anos, morreram presos em Ganzi depois de ter tratamento médico negado, segundo a organização. - Estes tiros e o tratamento subsequente dos detentos expuseram a realidade do assim chamado ‘império da lei’ da China no Tibet  disse a diretora do Free Tibet, Eleanor Byrne-Rosengren. Os três tibetanos eram parentes de Wangdak, o líder levado sob custódia na semana passada por ter discordado das autoridades a respeito do assédio de mulheres da comunidade por parte de autoridades e de uma medida proibindo festivais locais, afirmou o Free Tibet. A prisão de Wangdak desencadeou protestos de cerca de 100 tibetanos e as forças de segurança abriram fogo, ferindo pelo menos 10 pessoas, acrescentou o grupo. Outras entidades de direitos humanos disseram na segunda-feira que duas pessoas morreram, incluindo uma que se suicidou na prisão como forma de protesto. Os pedidos de comentário da polícia de Ganzi não tiveram resposta.  
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