O deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) disse que não vai aceitar ser sub-relator dos fundos de pensão da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga irregularidades nos Correios (CPI dos Correios).
Segundo ele, como a comissão tem prazo até 15 de dezembro para encerrar suas investigações é "humanamente impossível" trabalhar nesse prazo. Ele disse que a sub-relatoria deveria ter sido criada antes, ou o prazo da CPI precisaria ser estendido.
Os parlamentares participam de reunião administrativa da comissão. Eles devem votar requerimento da quebra de sigilo bancário de oito corretoras de câmbio, que teriam intermediado operações para os fundos de pensão. Os integrantes da comissão querem saber porque os fundos de pensão se envolveram com corretoras que davam prejuízo.
Em seguida, os parlamentares ouvem novamente o depoimento do ex-chefe do Departamento de Contratação e Administração de Material dos Correios, Maurício Marinho. Para ACM Neto esse novo depoimento não irá acrescentar informações às ivestigações.
- Quem leu os depoimentos dele na Policia Federal sabe que ele acrescentou muito pouco - disse.