Rio de Janeiro, 17 de Setembro de 2026

Deputado propõe venda de serviços do Sivan

Vender os serviços do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), em convênios com os sete países que participam da Bacia Amazônica, a fim de diminuir a "pesada conta" do pagamento doe empréstimo junto ao Eximbank, foi proposta pelo Deputado Átila Lins (PPS-AM), ex-presidente da Comissão da Amazônia na Câmara Federal. (Leia Mais)

Sexta, 21 de Maio de 2004 às 08:33, por: CdB

Vender os serviços do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), em convênios com os sete países que participam da Bacia Amazônica, a fim de diminuir a "pesada conta" do pagamento doe empréstimo junto ao Eximbank, foi proposta pelo Deputado Átila Lins (PPS-AM), ex-presidente da Comissão da Amazônia na Câmara Federal. O parlamentar falou ao programa Revista Amazônia, na Rádio Nacional da Amazônia, na manhã desta sexta-feira.

O deputado também comentou o projeto apresentado por ele de revogação da lei que permite o abate de aviões clandestinos que se recusarem a se identificar quando forem abordados, no ar, pela Polícia Federal ou pela Força Aérea Brasileira, depois de rastreados pelo Sistema Sivam. Ele explicou que a idéia do projeto é justamente o contrário, ou seja, "forçar a regulamentação dessa lei para que ela não continue sendo inócua".

Na opinião do parlamentar, está havendo pressão contra a regulamentação sobre o abate de aviões que invadirem o espaço aéreo. "A lei do abate não foi regulamentada porque os Estados Unidos ameaçaram proibir a comercialização de qualquer material para avião que o Brasil por acaso venha a necessitar", afirmou Átila Lins. Ele explicou que a "lei do abate" não pode ser considerada como "pena de morte para quem estiver num avião clandestino". E garante que há procedimentos rígidos para o "abate", que seria feito somente em "extremada situação".

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