Depois de 70 dias paralisados, Policiais Federais de 16 estados votaram pela volta ao trabalho em assembléia realizada nesta quarta-feira pela Federação Nacional dos Policiais Federais.
Com as sucessivas derrotas, como o corte de ponto dos grevistas em 15 estados a Fenapef decidiu deixar a negociação com o presidente da Câmara João Paulo Cunha, amigo pessoal de Francisco Carlos Garisto, presidente da Fenapef.
Até agora, os policiais federais não conseguiram que o governo aceitasse nenhuma reivindicação dos funcionários. Segundo Garisto, o governo dizia que eles postulavam aumento de 85%, mas que somente 250 dos 7 mil policiais teriam direito a esse ajuste.
A grande maioria teria um aumento de apenas 16% a 25% no salário.