Passados vinte anos da morte de 11 moradores de Acari, ocorrida em julho de 1990, em Magé, na Baixada Fluminense, foi expedida a primeira certidão de morte presumida (fato que se considera mesmo sem o corpo) de uma das vítimas. A família de Viviane Rocha da Silva, na época com 14 anos, foi a primeira a receber o documento. Parentes de Luiz Carlos Vasconcelos de Deus devem ser os próximos a receber a mesma certidão. Procedimentos de outras duas vítimas estão em andamento. Nesses dois casos, o Ministério Público aguarda resposta de ofício encaminhado à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DH-BF) para pedir à Justiça que determine a confecção da certidão. O advogado João Tancredo, que entrou este ano com os pedidos das certidões de morte presumida na Justiça, disse que esta é a única forma de parentes poderem processar o estado porque é a prova de que elas foram mortas. A chacina prescreveu este ano sem que os corpos fossem encontrados e os culpados, punidos. O crime ficou conhecido como “Mães de Acari” porque as mães das vítimas passaram a investigar o caso. O crime foi cometido por policiais militares.
Depois de 20 anos, Justiça expede certidão de morte presumida
Passados vinte anos da morte de 11 moradores de Acari, ocorrida em julho de 1990, em Magé, na Baixada Fluminense, foi expedida a primeira certidão de morte presumida (fato que se considera mesmo sem o corpo) de uma das vítimas. A família de Viviane Rocha da Silva, na época com 14 anos, foi a primeira a receber o documento.
Terça, 19 de Outubro de 2010 às 15:02, por: CdB