Rio de Janeiro, 04 de Outubro de 2026

Democratas aprovam pacote trilionário do presidente Barack Obama

O Partido Democrata fez valer a sua supremacia em número de deputados e senadores e aprovou, no Congresso dos Estados Unidos, o anteprojeto orçamentário que adota as propostas do presidente Barack Obama, mas mantém o governo profundamente no vermelho e deixa para depois uma série de decisões difíceis. A Câmara dos Deputados e o Senado aprovaram versões ligeiramente diferentes, ambas menos custosas do que o plano orçamentário de Obama (de US$ 3,55 trilhões) para o ano fiscal de 2010, que começa em 1 de outubro.(Leia Mais)

Sexta, 03 de Abril de 2009 às 10:14, por: CdB

O Partido Democrata fez valer a sua supremacia em número de deputados e senadores e aprovou, no Congresso dos Estados Unidos, o anteprojeto orçamentário que adota as propostas do presidente Barack Obama, mas mantém o governo profundamente no vermelho e deixa para depois uma série de decisões difíceis. A Câmara dos Deputados e o Senado aprovaram versões ligeiramente diferentes, ambas menos custosas do que o plano orçamentário de Obama (de US$ 3,55 trilhões) para o ano fiscal de 2010, que começa em 1 de outubro. As diferenças serão resolvidas nas próximas semanas.

Obama tem dito que essa peça orçamentária será essencial para reverter a recessão e permitir reformas relativas a saúde, educação e mudança climática, que ele pretende submeter ao Congresso ainda neste ano. Em viagem à Europa, Obama emitiu nota saudando a aprovação como "um importante passo no sentido de reconstruir nossa economia em dificuldades". Os democratas em ambas as Casas derrubaram projetos alternativos dos republicanos que reduziam o déficit fazendo cortes em gastos sociais, mas ofereciam amplos benefícios fiscais para empresas e indivíduos.

Os republicanos argumentavam que o orçamento democrata seria uma perigosa ampliação do déficit federal e poderia levar a impostos desnecessários, que só iriam agravar a situação fiscal do país em longo prazo. A Câmara aprovou o orçamento por 233 a 196 votos. Horas depois, no Senado, o projeto passou por 55 a 43 votos. Tanto a versão da Câmara quanto a do Senado prorrogam alguns cortes tributários para a classe média, enquanto deixam espaço para a elevação da carga fiscal sobre os mais ricos.

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