Quatro defensores públicos e 20 estagiários participaram nesta segunda-feira do primeiro dia de mutirão da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro na Polinter (Praça Mauá). Eles entrevistaram 597 presos do total de 1.108 que superlotam a carceragem. O levantamento preliminar do atendimento, que considerou apenas as informações prestadas pelos presos, apresentou 222 casos de condenação. Os outros 375 presos ainda não foram sentenciados, aguardam a tramitação do processo.
Para efetivar a transferência dos condenados, um outro levantamento será feito junto às varas criminais a partir das informações prestadas pelos presos. Só então os defensores públicos poderão pedir a transferência dos condenados para as unidades prisionais.